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POLÍTICA

Eduardo Bolsonaro posta foto do nascimento da filha: “Bebê mais lindo que já vi”

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Eduardo Bolsonaro filha
Reprodução / Facebook

Geórgia nasceu há uma semana e Eduardo Bolsonaro recordou momento compartilhado foto do parto

O filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ) , compartilhou pela primeira vez uma imagem da filha Geórgia nas redes sociais. A criança nasceu há uma semana, em um parto natural e humanizado. Na imagem, Eduardo aparece ao lado da esposa, psicóloga Heloísa Wolf e da equipe médica.

“Há 1 semana Heloísa começou a sentir contrações a noite, a Enfermeira Fernanda Bittencourt @fefe_sb veio à nossa casa e depois de madrugada fomos ao hospital. As contrações ficaram mais fortes, Heloísa sofreu, mas foi forte, segurou a onda. Tive pena dela, mas não havia o que eu pudesse fazer e sabia que depois viria a bonança. Cerca de 2 horas depois nascia nossa princesa de parto natural”, relembrou Eduardo.

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Pai de primeira viagem, Eduardo Bolsonaro  diz que ainda se emociona ao lembrar do momento em que Geórgia chegou ao mundo.

“Impossível não se emocionar – até escrevendo isso e relembrando me seguro. Ficamos felizes porque ela veio com muita saúde e tudo deu certo”.

O deputado agradeceu as orações e mensagens recebidas em apoio à nova fase. Nos comentários, diversos apoiadores falaram sobre como o “milagre da vida” é importante e transformador na vida das pessoas e parabenizaram o casal. 

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POLÍTICA

Tratamento de câncer de Covas não tem data para acabar, diz médico do prefeito

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Prefeito Bruno Covas falando ao microfone
Patrícia Cruz/Divulgação

Prefeito Bruno Covas, candidato à reeleição para a Prefeitura de São Paulo pelo PSDB

O tratamento que o prefeito Bruno Covas (PSDB), que disputa a reeleição da Prefeitura de São Paulo , está fazendo contra um câncer na cárdia, que fica localizado na região de transição entre o estômago e o esôfago, não tem data para acabar. A avaliação é feita por um dos médicos da equipe que acompanha o tratamento do tucano.

O oncologista Tulio Eduardo Flesch Pfiffer acompanha Covas desde o início do diagnóstico, em 28 de outubro de 2019. Além dele, integram a equipe que o assiste no Hospital Sírio-Libanês os médicos David Uip, Roberto Kalil Filho e Artur Katz, todos do Hospital Sírio-Libanês.

No último dia 14, o prefeito fez a 12ª aplicação de imunoterapia. “Eu examinei ele de ponta-cabeça. Está clinicamente ótimo”, afirmou Pfiffer ao jornal Folha de S. Paulo .

Embora os estudos apontem um prognóstico ruim para a doença, o tratamento avançou muito nos últimos anos. No caso de Covas, além do tumor na cárdia, foram detectadas lesões menores no fígado e nos linfonodos ao lado do estômago.

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Entre outubro e fevereiro último, o prefeito chegou a fazer oito sessões de quimioterapia. Eles respondeu bem ao tratamento e as lesões cancerígenas regrediram, mas não desapareceram. Por conta disso, desde fevereiro ele passou a fazer uso da imunoterapia, uma técnica inovadora que usa anticorpos monoclonais para estimular o sistema imunológico.

As drogas não visam atacar as células do tumor, como na quimioterapia convencional, mas sim estimular as células de defesa do próprio organismo do paciente para que elas combatam a doença. As aplicações duram cerca de 30 minutos e ocorrem a cada três semanas.

“Uma outra vantagem é que tem menos efeito colateral do que a quimioterapia. Depois que a gente mudou para a imunoterapia, ele está muito melhor clinicamente, mais bem-disposto. É um cara jovem, forte”, disse Pfiffer.

A cada três ciclos de imunoterapia, dois meses aproximadamente, Covas faz exames laboratoriais e de imagem (endoscopia, ressonância magnética e PET/Scan) para avaliar os resultados. “Eles têm mostrado que a doença está muito bem controlada”, afirmou o médico.

Segundo o oncologista, não há um prazo para a duração das aplicações. “É um tratamento promissor. Para essa doença [do prefeito], começamos [no Sírio] neste ano. Ele tem uma chance grande de uma resposta duradoura [regressão do câncer].”

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Pfiffer diz ainda que a forma como Covas tem reagido ao enfrentamento da doença surpreende a todos. “Não apenas no aspecto do tumor, mas em relação a toda condição clínica. Teve Covid, foi praticamente assintomático. Fisicamente, está tirando tudo de letra. Emocionalmente, nunca se deixou abater.”

Em junho deste ano, Covas foi diagnosticado com Covid-19, afastou-se e retornou ao cargo duas semanas depois.

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