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POLÍTICA

Eduardo Bolsonaro pode perder comissão de política externa após racha no PSL

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Deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP)
Cleia Viana/Câmara dos Deputados

Deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP)

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) corre risco de perder o comando da comissão de política externa da Câmara em meio a um racha do PSL e a disputa da presidência da Casa. O filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) está no comando do órgão colegiado há dois anos e quer tentar colocar um aliado no cargo. A informação é do jornal Folha de S.Paulo .

O principal motivo para eventual saída de Eduardo seriam os rompimentos dentro do partido. A legenda foi a qual Bolsonaro se filiou para disputar as eleições presidenciais de 2018. Ocorre que, agora, após a implosão do partido, ele é comandado pela ala que rompeu com o bolsonarismo.

Além disso, o grupo próximo do presidente da legenda, Luciano Bivar (PE), não pretende entregar cargos para a ala rebelde.

As negociações de comissões também passam pela eleição para a presidência da Câmara. Como o PSL se juntou ao bloco que apoia Baleia Rossi (MDB-SP), candidato do atual presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ), o partido não deve ceder espaço a deputados que votarem em Arthur Lira (PP-AL).

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POLÍTICA

Mourão reage sobre suposto atrito com Bolsonaro: “nunca brigamos, p*rra”

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Vice-presidente General Mourão
Agência Brasil

Vice-presidente General Mourão

O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) negou nesta segunda-feira (1) que tenha se desentendido com  o presidente Jair Bolsonaro. Os dois políticos se encontraram em uma reunião realizada no Palácio do Planalto, em Brasília.

“Nós nunca brigamos, porra”, respondeu Mourão, aos risos, quando questionaod por um jornalista.

Apesar de negar qualquer indisposição com Bolsonaro , o general foi excluído da reunião entre ministros no início de fevereiro, e durante eventos públicos, presidente e vice não apareciam juntos.

O próprio Mourão chegou a dizer que sentia falta de dialogar com o chefe do executivo em entrevista dada no final de janeiro:  

“Não há conversas seguidas entre nós. As conversas são bem esporádicas. Faz falta até para eu entender em determinados momentos o que eu preciso fazer”, disse.

Contudo, pelo menos publicamente, os governistas parecem ter se acertado. “Virou a página”, declarou Mourão.

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