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“Eduardo Bolsonaro não passa de um Che Guevara”, diz Kim Kataguiri

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Reprodução Twitter/@kimpkat

“Um conservador frente ao radicalismo age com postura”, afirma Kataguiri.

O deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP) afirmou, nesta quinta (31), que o deputado do PSL Eduardo Bolsonaro “não passa de um Che Guevara com sinal trocado”.

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O pronunciamento de Kataguiri foi feita na Câmara dos Deputados, após o filho do presidente ter defendido a criação de um novo AI-5 , caso a oposição radicaliza-se.

Kataguiri declarou repúdio à fala do deputado do PSL e explicou que um conservador busca conservar instituições, como a República e Democracia. “Um conservador frente ao radicalismo age com postura”, afirmou.

O Ato Institucional nº 5 foi o responsável por fechar o congresso durante a ditadura cívico-militar. “A defesa do AI-5 é a defesa da ditadura e do golpe do estado”, disse Kataguiri.

Para ele, defender ruptura institucional, como ao criar novos Atos Institucionais, é o contrário de conservadorismo, pois romperia com essas instituições. Kataguiri também declarou que Eduardo Bolsonaro tem muitas mais semelhanças com Che Guevara do que ele gostaria de admitir.

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Kataguiri também culpou os filhos do presidente pela situação ecoômica do país, afirmando que se eles ficassem quietos talvez a projeção do PIB não teria reduzido. “Que investidor vai colocar dinheiro em um país onde o filho do presidente da República diz que tudo bem fechar o parlamento?”, questiona.

Veja a fala completa de Kataguiri:

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“Vou tomar por último, tem muita gente apavorada”, diz Bolsonaro sobre vacina

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Presidente Jair Bolsonaro
Foto: Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro

Na sexta-feira (16), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que não pretende tomar a vacina da Covid-19 agora. Em conversa com apoiadores que o esperavam em frente ao Palácio da Alvorada, o presidente justificou que a decisão é pelo fato de ter “muita gente apavorada” esperando pela vacina.

“O que acontece, tem muita gente apavorada aí aguardando a vacina, então deixa as pessoas tomarem na minha frente. Vou tomar por último. Eu acho que essa é uma atitude louvável. Porque tem gente que não sai de casa, está apavorado dentro de casa”, disse Bolsonaro. O presidente chegou a se queixar que a imprensa teria criticado a sua decisão de se vacinar por último. “Em vez da imprensa me elogiar, me critica”, afirmou.

Bolsonaro está apto a receber a vacina no Distrito Federal desde o dia 3 de abril. Antes, ele explicava que não ia se vacinar porque já teria contraído o vírus em julho do ano passado.

De acordo com dados do consórcio de veículos de imprensa da quinta-feira (15), 25.460.098 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19. O número representa 12,02% da população brasileira. A segunda dose já foi aplicada em 8.558.567 pessoas (4,04% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal.

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