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Eduardo Bolsonaro diz que “novo AI-5” pode ser resposta à esquerda radical

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Leda Nagle / YouTube / Reprodução

Eduardo Bolsonaro deu entrevista de pouco menos de uma hora

Dias após lembrar da ditadura garantindo que “história vai se repetir” durante pronunciamento na Câmara, o deputado federal Eduardo Bolsonaro falou novamente sobre a ditadura militar, dessa vez, apresentando o AI-5 como uma possível resposta ao que ele considera como “radicalização da esquerda”.

A menção ao ato institucional que fechou o congresso e marcou o período mais violento da ditadura no Brasil foi feita durante entrevista à jornalista Leda Nagle, veiculada no canal do YouTube dela na manhã desta quinta-feira (31).

Leia também: Eduardo Bolsonaro diz que “história vai se repetir” se Brasil fizer como o Chile

“Se a esquerda radicalizar a esse ponto, a gente vai precisar ter uma resposta. A resposta pode ser via um novo AI-5, pode ser via uma legislação aprovada através de um plebiscito como ocorreu na Itália, alguma resposta vai ter que ser dada”, afirmou o filho de Jair Bolsonaro .

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“Vou tomar por último, tem muita gente apavorada”, diz Bolsonaro sobre vacina

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Presidente Jair Bolsonaro
Foto: Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro

Na sexta-feira (16), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que não pretende tomar a vacina da Covid-19 agora. Em conversa com apoiadores que o esperavam em frente ao Palácio da Alvorada, o presidente justificou que a decisão é pelo fato de ter “muita gente apavorada” esperando pela vacina.

“O que acontece, tem muita gente apavorada aí aguardando a vacina, então deixa as pessoas tomarem na minha frente. Vou tomar por último. Eu acho que essa é uma atitude louvável. Porque tem gente que não sai de casa, está apavorado dentro de casa”, disse Bolsonaro. O presidente chegou a se queixar que a imprensa teria criticado a sua decisão de se vacinar por último. “Em vez da imprensa me elogiar, me critica”, afirmou.

Bolsonaro está apto a receber a vacina no Distrito Federal desde o dia 3 de abril. Antes, ele explicava que não ia se vacinar porque já teria contraído o vírus em julho do ano passado.

De acordo com dados do consórcio de veículos de imprensa da quinta-feira (15), 25.460.098 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19. O número representa 12,02% da população brasileira. A segunda dose já foi aplicada em 8.558.567 pessoas (4,04% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal.

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