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Economia

Dólar ultrapassa R$ 5,40 em volta de feriado de carnaval

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Na volta do feriado prolongado de carnaval, o dólar subiu e voltou a superar R$ 5,40. A bolsa de valores fechou acima de 120 mil pontos e atingiu o melhor nível em quase um mês, impulsionada por commodities (bens primários com cotação internacional).

O dólar comercial encerrou a quarta-feira de cinzas vendido a R$ 5,415, com alta de R$ 0,04 (+0,76%). A divisa operou em alta durante toda a sessão e fechou no maior valor desde 5 de fevereiro (R$ 5,449).

O mercado de ações teve um dia de ganhos. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 120.356 pontos, com alta de 0,78%. O indicador operou em baixa durante a manhã, mas reagiu a partir das 15h, até fechar no melhor nível desde 19 de janeiro. Ações de empresas ligadas à commodities puxaram a alta, num dia de poucos negócios.

No Brasil, o mercado continua atento às negociações para a recriação do auxílio emergencial. Na última sexta-feira, o ministro da Economia, Paulo Guedes, e os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco, anunciaram avanços nas discussões. Em troca da extensão do benefício, seriam votadas duas propostas de emenda à Constituição que restituiriam a cláusula de calamidade pública e teriam medidas de cortes de gastos obrigatórios.

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A cotação do dólar foi influenciada ainda pela divulgação dos índices de inflação nos Estados Unidos e no Reino Unido, que vieram maiores que o esperado em janeiro. Inflação mais alta em países desenvolvidos aumenta a rentabilidade de títulos públicos de economias avançadas, o que provoca a fuga de recursos de mercados emergentes. Isso pressiona o câmbio em países como o Brasil.

* Com informações da Reuters

Edição: Aline Leal

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Economia

Confiança do empresário do comércio cai em fevereiro, diz CNC

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O Índice de Confiança do Empresário do Comércio, medido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), recuou 1,5% na passagem de janeiro para fevereiro deste ano, configurando a segunda queda consecutiva do indicador. Na comparação com fevereiro de 2020, a queda chegou a 18,5%.

Na comparação com janeiro, a avaliação das condições atuais teve queda de 3,1%, principalmente devido à opinião dos empresários sobre o momento atual da economia (-4,8%).

As expectativas do empresário em relação ao próximo mês caíram 1,6%, devido principalmente à confiança no setor do comércio como um todo (-1,9%). As intenções de investimento também recuaram (-0,2%), queda puxada pela menor intenção de contratação de funcionários (-3,2%).

Na comparação com fevereiro de 2020, as avaliações sobre o presente recuaram 29,2%, sobre o futuro, 13,8% e as intenções de investimentos caíram 14,4%.

Edição: Valéria Aguiar

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