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Economia

Dólar sobe para R$ 5,43 em mais um dia de volatilidade

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Em mais um dia de volatilidade no mercado financeiro, o dólar subiu, ignorando a melhora no cenário externo. A bolsa de valores teve uma alta forte depois de seis dias seguidos de queda, impulsionada pelas bolsas norte-americanas.

O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (28) vendido a R$ 5,436, com alta de R$ 0,029 (+0,53%). Por duas vezes no dia, por volta das 11h e das 14h, a cotação chegou a cair para R$ 5,39, mas a tendência de alta firmou-se durante a tarde.

No mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 118.883 pontos, com alta de 2,59%. Apesar da recuperação de hoje, o indicador está 5% abaixo do nível recorde de 125.076 pontos registrado em 8 de janeiro.

O dólar foi influenciado pelo fim de mês, quando investidores que investem em ações compram moeda para se protegerem de prejuízos. Além disso, o Banco Central (BC) interveio menos no mercado nesta quinta-feira, leiloando apenas metade do lote de 16 mil contratos de swap cambial (operação equivalente à venda de dólares no mercado futuro). Com a intervenção menor, aumenta a volatilidade da cotação.

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No mercado externo, a divulgação de balanços trimestrais de empresas norte-americanas com lucros melhores que o esperado impulsionou as bolsas nos Estados Unidos, que ontem (27) tiveram o pior dia em três meses. O fato de que os pedidos de seguro-desemprego vieram abaixo das previsões nos Estados Unidos também ajudou o mercado global.

* Com informações da Reuters

Edição: Aline Leal

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Economia

BC iguala limite do Pix ao das transferências eletrônicas

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Uma mudança promovida pelo Banco Central (BC) fará com que os correntistas movimentem mais dinheiro via Pix, sistema de pagamentos instantâneos que funciona 24 horas por dia. A partir de hoje (1º), os limites máximos do Pix deverão ser iguais aos da transferência eletrônica direta (TED).

Para compras, passará a valer o limite máximo do cartão de débito. Até agora, as instituições financeiras fixavam o teto de envio do Pix com base num percentual do limite diário e mensal para a TED ou para a compra no cartão de débito.

Os valores máximos de movimentação continuarão definidos pela instituição financeira, com base no horário, o dia da semana, o canal usado e a titularidade da conta, com o objetivo de garantir a segurança do usuário. Segundo o BC, os valores máximos continuarão a ser estabelecidos pelos bancos, o que mudou foi a compatibilidade do limite com as quantias fixadas para a TED e a compra no débito.

A partir de 1º de abril, informou o BC, os clientes poderão gerenciar os limites do Pix no próprio aplicativo da instituição financeira. Atualmente, o correntista pode personalizar apenas os limites para a TED e o cartão de débito, procedimento que indiretamente define os limites das operações via Pix.

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A qualquer momento, esclarece o BC, o correntista pode pedir para mudar os limites atuais de movimentação. Se for para reduzir, a instituição financeira é obrigada a acatar o pedido instantaneamente. O aumento do limite fica a critério da instituição, após avaliação do perfil do cliente.

Edição: Fernando Fraga

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