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Dólar fecha em R$ 3,987, e bolsa volta a bater recorde

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Em mais um dia de otimismo no mercado financeiro, a moeda norte-americana fechou abaixo de R$ 3,99, e a bolsa voltou a bater recorde. O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (30) vendido a R$ 3,987, com recuo de R$ 0,016 (-0,4%). A última vez em que a divisa tinha fechado nesse nível foi em 13 de agosto (R$ 3,97).

O dólar operou em alta durante quase toda a sessão. Na máxima do dia, por volta das 15h30, a cotação chegou a R$ 4,029. A divisa, no entanto, reverteu a tendência nos minutos finais da sessão, depois que o Federal Reserve (Fed), Banco Central norte-americano anunciou a redução dos juros da maior economia do planeta .

Taxas mais baixas nos Estados Unidos alivia as pressões sobre o dólar em todo o planeta e beneficia economias emergentes, como o Brasil. Isso ocorre porque os investidores internacionais aproveitam os juros maiores nos mercados emergentes. A decisão do Fed mantém o Brasil atrativo para aplicações financeiras, mesmo com o Banco Central daqui tendo reduzido a taxa Selic para 5% ao ano, no menor nível da história .

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No mercado de ações, o dia também foi marcado pelo otimismo. O índice Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), fechou o dia aos 108.407 pontos, com alta de 0,79%. O indicador voltou a atingir o nível mais alto da história, superando o recorde anterior (108.187), registrado na segunda-feira (28).

Desde a aprovação em segundo turno da reforma da Previdência, na semana passada, o dólar tem caído, e a bolsa subido, com alguns dias de oscilações. O cenário internacional também tem contribuído para o otimismo no mercado financeiro.

A indicação de que o presidente norte-americano, Donald Trump, quer assinar parte do acordo comercial com a China antes da cúpula Fórum de Cooperação Econômica da Ásia-Pacífico (Apec), que ocorrerá em 16 e 17 de novembro, também tem aliviado as pressões sobre o dólar em todo o planeta.

Edição: Fábio Massalli

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Assembleia da Petrobras aprova destituição de Castello Branco

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A Petrobras anunciou, em comunicado ao mercado na noite desta segunda-feira (12), a destituição de Roberto Castello Branco do cargo de membro do Conselho de Administração, o que acarretou na sua saída também da presidência da companhia. O nome indicado pelo presidente Jair Bolsonaro como novo presidente da estatal é o do general Joaquim Silva e Luna. O anúncio ocorreu após Assembleia Geral Extraordinária da estatal.

“Em decorrência da vacância na presidência da companhia, o presidente do Conselho de Administração nomeou como presidente interino da companhia o diretor executivo de Exploração e Produção, Carlos Alberto Pereira de Oliveira, até a eleição e posse de novo presidente”, informou a companhia.

No comunicado ao mercado, a Petrobras agradeceu à gestão de Castello Branco, por sua liderança e contribuição, à frente da companhia desde janeiro de 2019.

“Roberto teve um papel fundamental para desalavancagem da companhia, melhoria da alocação de capital, com foco nos investimentos em ativos de classe mundial, e aceleração de desinvestimentos de ativos não prioritários. Através da implementação dos cinco pilares estratégicos, custos foram reduzidos e configurados para permanecerem em trajetória descendente, houve aumento da produtividade, aceleração da transformação digital, lançamento de compromissos de baixo carbono e sustentabilidade, e foco na meritocracia e criação de valor”, destacou a Petrobras no comunicado.

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Edição: Fábio Massalli

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