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POLÍTICA

Disputa interna com Doria: Eduardo Leite deve ser pré-candito à presidência

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Eduardo Leite e Doria brigam pelas mesmas posições dentro do PSDB, e ambos pretendem lançar candidatura à presidência da República em 2022
Felipe Dalla Valle/ Palácio Piratini

Eduardo Leite e Doria brigam pelas mesmas posições dentro do PSDB, e ambos pretendem lançar candidatura à presidência da República em 2022

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), participou de almoço com políticos tucanos nesta quinta-feira (11) e ouviu coro de deputados do partido para que se lance como  alternativa tucana à presidência da República em 2022.

O encontro, realizado em Porto Alegre, ilustra o racha no partido; isso porque além de Leite, João Doria deseja há tempos assumir o comando nacional do partido para, em seguida, se lançar oficialmente como candidato capaz de fazer frente a Bolsonaro (sem partido) na próxima eleição.

Nesta quinta, ao final do almoço do governador do Rio Grande so Sul com outros membros do PSDB , Leite sinalizou a intenção de nacionalizar seu nome. “Aceitei essa missão de levar essa experiência nas boas conversas que teremos Brasil afora”, resumiu.

Segundo o deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), o parlamentar que fez a convocação mais incisiva para que Leite busque a presidência do partido, o governador do Rio Grande do Sul ” é quem conta com a maior simpatia da bancada na Câmara e no Senado”.

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Há pouco, em entrevista à CNN Brasil , o governador do Rio Grande do Sul disse que “estar no mesmo partido que Doria não significa que ambos pensem da mesma forma”.

Ele, porém, amenizou o tom de rixa com o governador do estado de São Paulo.

“Doria tem sua forma de fazer política e tem se manifestado de forma contundente contra Bolsonaro (…) Temos mais coisas que nos unem do que nos separa. Mas cada um de nós temos nosso estilo.”

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POLÍTICA

Câmara dos Deputados vota esta semana a PEC Emergencial

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Câmara dos Deputados
Marcelo Camargo/ Agência Brasil

Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados marcou para esta semana a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 186/2019, a PEC Emergencial . O presidente da Casa, Arthur Lira, anunciou que pautará a PEC para apreciação diretamente no plenário, sem passar por comissões.

A expectativa é aprovar a admissibilidade do texto na terça-feira (9) e, no dia seguinte, a votação em plenário em dois turnos. Na avaliação de Lira, é importante aprovar logo a PEC para possibilitar o pagamento de novas parcelas do auxílio emergencial à população ainda em março. O relator da proposta na Câmara é o deputado Daniel Freitas (PSL-SC).

O texto cria mecanismos de ajuste fiscal, caso as operações de crédito da União excedam as despesas. Entre as medidas, estão barreiras para que a União, os estados e os municípios criem despesas obrigatórias ou benefícios tributários. A PEC também possibilita o pagamento do auxílio emergencial com créditos extraordinários sem ferir o teto de gastos públicos .

No Senado, o texto sofreu mudanças importantes. O relatório do senador Márcio Bittar (MDB-AC) teve que ceder à resistência de vários colegas e foi retirado o trecho mais polêmico do seu parecer, o fim da vinculação obrigatória de parte do orçamento a investimentos com saúde e educação. Bittar também retirou a redução de salário e jornada de trabalho dos servidores públicos, como expediente de ajuste fiscal e equilíbrio das contas públicas.

Bittar adicionou uma “trava” a mais para evitar um gasto excessivo com o auxílio emergencial. O relator limitou a R$ 44 bilhões o valor disponível para pagamento do auxílio emergencial. O governo estima retornar com o auxílio emergencial em forma de quatro parcelas de R$ 250 ainda este mês.

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