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POLÍTICA

Desaprovação do governo Bolsonaro chega a 42% segundo pesquisa

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Índice de desaprovação do governo Bolsonaro aumento em fevereiro
Ethel Rudnitzki, Laura Scofield

Índice de desaprovação do governo Bolsonaro aumento em fevereiro

Nesta segunda-feira (08), foi divulgada uma pesquisa pela  XP/Ipespe que revela que a desaprovação do governo de Jair Bolsonaro ainda continua em crescimento. O levantamento mostra que o descontentamento da população passou de 40% de janeiro para 42% em fevereiro. As informações foram apuradas pela Carta Expressa. 

Com esse resultado, houve uma oscilação em quem considera o governo bom ou ótimo. Passou de 32% de janeiro para 30% nesse mês de fevereiro. Esse foi o quarto levantamento seguido em que, resultados negativos estão em crescente em relação a aprovação do governo de Bolsonaro. 

Segundo a pesquisa, o aumento da desaprovação, que foi registrado desde de setembro de 2020, vem por meio da parte da população mais pobre do país, os que ganham até dois salários mínimos, o resultado foi de 39% para 45%. Também é possível observar um aumento dessa reprovação pelas regiões do Brasil como a Centro-Oeste e Norte que foram de 32% para 40% e no Nordeste que foi de 43% para 48%. 

Leia mais:  Ministério da Saúde anuncia novas medidas de contenção ao coronavírus

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POLÍTICA

Mandetta ironiza decisão do governo comprar vacinas: “Antes tarde do que nunca”

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Ex-ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM)
Reprodução: iG Minas Gerais

Ex-ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM)

Luiz Henrique Mandetta , ex-ministro da Saúde, demitido do cargo em abril de 2020, ironizou nesta quarta-feira (3) a situação do governo federal, que anunciou que irá adquirir doses das vacinas da Pfizer e da Jansen.

Seis meses depois de oferecer cerca de 70 milhões de doses de imunizantes, o governo federal deve, enfim, adquirir as vacinas da Pfizer contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2). A informação foi confirmada pelo ministro da saúde, Eduardo Pazuello.

Poucos minutos depois, Mandetta usou as redes sociais para ironizar a compra das vacinas, em um momento onde os resultados econômicos e referentes à pandemia são negativos.

Citando “recessão e falsos dilemas econômicos”, Mandetta se pronunciou. Confira o tuíte:

Desde que foi demitido da pasta, por discordâncias ideológicas com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Mandetta vem se manifestando contra ações governamentais. 

Na última terça, quando o Brasil registrou mais de 1700 mortes em decorrência da Covid-19 , o médico alertou que  “Se voltar tudo ao normal, acontece uma Manaus generalizada no Brasil”, e que a falta de ação do governo “não é solidário com as famílias”.

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