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Deputado Gil Diniz é investigado no Ministério Público por esquema de rachadinha

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Carol Jacob/Alesp

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O deputado estadual Gil Diniz, líder do PSL na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp),  está sendo investigado pelo Ministério Público em um inquérito que apura um esquema de ‘rachadinha’.

As apurações foram instauradas nesta segunda-feira (21) denúncias que apontam para Diniz como operador de esquemas de repasse de salários. 

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As acusações foram delatadas pelo ex-funcionário Alexandre Junqueira. Uma representação foi enviada por ele à Procuradoria-Geral de Justiça de São Paulo, informando que Diniz solicitava a devolução de uma parte do salário e das gratificações dos seus assessores. 

A Alesp foi requisitada para enviar cópias de comprovantes dos pagamentos da remuneração e qualificação dos funcionários que trabalhavam no gabinete do deputado. A análise será feita desde o início da legislatura.

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A liderança na Alesp continua sendo de Diniz, apesar das denúncias. 

O processo de investigação vai acontecer tanto pelo Ministério Público de Contas, em parceria com o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, quanto pela Procuradoria-Geral de Justiça, segundo informações apuradas pelo G1.

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Queiroga deve ser o primeiro ouvido pela CPI da Covid, diz senador

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Senador Humberto Costa (PT-PE)
Agência Brasil

Senador Humberto Costa (PT-PE)

Humberto Costa (PT-PE), um dos senadores indicados para compor a CPI da Covid, disse em entrevista à CNN Brasil que o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, deve ser o primeiro convidado a prestar esclarecimentos sobre as ações do governo federal durante a pandemia. 

Segundo o senador da oposição, a escolha pelo atual titular da Saúde se dá pelo motivo de que a CPI, em um primeiro momento, deve buscar respostas sobre as medidas de combate à Covid-19 que devem ser adotadas imediatamente.

“Acho que o primeiro convidado deve ser o próprio ministro da Saúde, para que ele possa nos dizer o que o governo pretende fazer daqui para frente para o controle da pandemia, como eles estão enfrentando e procurando resolver os problemas emergenciais, como a escassez de vacinas, como a crise de abastecimento de medicamentos para procedimentos complexos como as entubações. A CPI tem que exercer o papel de investigar, mas também exercer o papel para que o governo cumpra a sua missão, e nós vamos cobrar”, afirmou o senador, que foi ministro da Saúde por pouco mais de dois anos durante o primeiro mandato do governo Lula.

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O senador disse que a CPI deve começar o “mais urgente possível” e que a agilidade para o início dos trabalhos deveria ser um interesse também do governo federal, já que a investigação pode se alongar até próximo das eleições de 2022.

“Defendo que a CPI comece de imediato, temos que apresentar a proposta de um funcionamento misto, ouvir pessoas, fazer reuniões onde tenhamos um debate mais conceitual, ouvindo cientistas e professores, pode ser feito de forma remota. As audiências onde vamos escutar testemunhas e debater quebra de sigilos ou acesso a documentos sigilosos, essa podemos fazer de modo presencial ou semi presencial, um pouco mais para frente, dentro de 1 mês e meio, quando melhorar a situação da pandemia”, afirmou Costa. 

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