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POLÍTICA

Deputado do PSL acusa Daniel Silveira de ter gravado conversa com  Bolsonaro

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Daniel Silveira (PSL-RJ) segue preso no Batalhão da PM, no Rio
Reprodução: iG Minas Gerais

Daniel Silveira (PSL-RJ) segue preso no Batalhão da PM, no Rio

O deputado federal Carlos Laterça (PSL-RJ) revelou no último domingo (21) em vídeo postado nas redes sociais que o seu colega de bancada, Daniel Silveira (PSL-RJ) , admitiu que gravou sem autorização uma conversa com o presidente Jair Bolsonaro.

“Ele me revelou que já tinha feito gravações de algumas pessoas, ele tinha esse mau hábito, se valendo disso para se autopromover. Ele disse pra mim que havia gravado o presidente da República, eu falei ‘meu deus, que homem é esse?”, afirma Laterça, que diz que a confissão ocorreu durante uma viagem feita em 2019, quando a bancada do PSL visitou a China a convite do governo chines.

Felício foi um dos 364 parlamentares que votaram a favor da manutenção da prisão de Silveira na última sexta (19) em votação na Câmara e defendeu o voto: “A Câmara fez o seu papel, a discussão é política. Ele é uma negação”.

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Confira o vídeo:

“Eu acho que ele envergonha você, Policial Militar, ele foi expulso da PM”, critica o deputado, que relembra fala de Daniel no vídeo, que ocasionou sua prisão em flagrante, onde se orgulha de ter sido preso “mais de 90 vezes” pela corporação.

“A minha ficha não tem nenhuma anotação, nenhuma mácula em nenhuma das instituições na qual servi e tenho orgulho de ter servido. inclusive prendendo corruptos, traficantes, fraudadores. E o outro se orgulha de ter sido preso.”, comenta Felício Laterça.

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POLÍTICA

Covid-19: STF determina que governo detalhe ordem de prioridade de vacinação

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Profissional de saúde prepara dose de vacina contra Covid-19 em Santos, litoral de São Paulo
Susan Hortas/ Prefeitura de Santos

Profissional de saúde prepara dose de vacina contra Covid-19 em Santos, litoral de São Paulo

O Supremo Tribunal Federal ( STF )  decidiu por 11 votos a zero que o governo federal deve informar de maneira detalhada a ordem de preferência entre o grupo prioritário para a vacinação contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2).

O julgamento no Supremo foi realizado na última sexta-feira (26). Os ministros aceitaram o parecer do relator Ricardo Lewandowski , que no início de fevereiro já havia determinado que o governo detalhasse a ordem de prioridade na vacinação.

O Governo federal chegou a enviar um detalhamento da ordem da vacinação contra Covid-19 . Todavia, no dia 19 de fevereiro, Lewandowski concluiu que as informações repassadas pelo governo eram insuficientes:

“Deixou de esclarecer, pormenorizadamente, quais os subgrupos que terão preferência na vacinação, dentro dos grupos considerados prioritários, com a indicação dos critérios técnico-científicos para uma tal opção, apontando, em particular, as pessoas ou profissionais que serão imunizados antes dos outros”, escreveu o membro do Supremo na decisão.

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Na mais recente edição do Plano Nacional de Vacinação , 77,2 milhões de brasileiros aparecem como parte dos  grupos prioritários. Esse número inclui idosos, médicos da linha de frente e cuidadores de abrigos.

O relator Ricardo Lewandowski fez um apelo ao governo , que se paute de evidências técnicas nas suas ações, já que o país vive hoje o pior momento da pandemia:

“Portanto, estando em jogo a saúde de toda a população brasileira, em tempos de grande angústia e perplexidade, avulta mais do que nunca o dever que incumbe ao Estado de pautar as respectivas ações em conformidade com evidências técnicas , científicas e estratégicas ,

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