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Deltan Dallagnol é recebido com protestos antes de palestra em São Paulo

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Protesto conta com cerca de 100 manifestantes arrow-options
Felipe Silva/ iG São Paulo

Protesto conta com cerca de 100 manifestantes



Deltan Dallagnol foi recebido com protestos antes de palestra em Santo André, São Paulo,  na manhã desta sexta-feira (25). O jurista brasileiro está participando do 7º Congresso de Direito Constitucional, no Teatro Municipal de Santo André.

Protesto iniciou por volta das 9h dessa sexta-feira (25) arrow-options
Felipe Silva/ iG São Paulo

Protesto iniciou por volta das 9h dessa sexta-feira (25)


O procurador chegou sob forte segurança. Cerca de 100 manifestantes protestaram no local. “Essa, essa, essa. Dallagnol só quer palestra “, gritaram os manifestantes. Porém, quando a palestra iniciou, Dallagnol foi ovacioado e aplaudido de pé pela plateia presente. O valor do ingresso era de R$ 75,00.

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Segundo reportagem do Intercept Brasil, publicada em julho e assinada pelos jornalistas Amanda Audi, Leandro Demori, Dallagnol planejou a criação de um empresa para lucrar com palestras . “Eles não apareceriam formalmente como sócios, para evitar questionamentos legais e críticas. A ideia era usar familiares”, diz a matéria, feita em parceria com a Folha de S.Paulo.

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Doria diz que Bolsonaro é responsável por parcela de vidas perdidas para a Covid

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João Doria (PSDB) e Jair Bolsonaro (sem partido)
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

João Doria (PSDB) e Jair Bolsonaro (sem partido)

Nesta quarta-feira (14), o governador de São Paulo,  João Doria (PSDB), interrompeu a coletiva de imprensa para fazer críticas ao  presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em relação à gestão da pandemia no Brasil. Na ocasião, Doria chamou Bolsonaro de “maluco” e disse que ele é, em parte, responsável pelas vidas perdidas pela Covid-19 .

O governador leu trecho de uma notícia que fala sobre Bolsonaro, dizendo que ele espera sinalização da população contra o lockdown. “Quero dizer ao presidente Bolsonaro que o senhor deveria esperar do povo aquilo que o senhor não oferece, compaixão e proteção à população do seu país”, afirmou.  Doria ainda destacou que o presidente fazia o pronunciamento a “apoiadores dele, ou seja, malucos como ele”.

De acordo com ele, o negacionismo de Bolsonaro em relação à doença contribuiu para o alto número de mortes. “É responsável por uma parcela considerável das quase 380 mil vidas que se perderam no Brasil”. “Se o senhor tivesse compaixão e liderança, teria oferecido vacina e não cloroquina à população”, concluiu.

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