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Defesa de Lula pede que Moro seja julgado ainda nesta terça pelo STF

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Ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro
Marcos Corrêa/PR

Ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro

Os advogados que representam o ex-presidente Lula (PT) enviaram nesta terça-feira (9), um ofício ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, pedindo o reconhecimento da suspeição de Sergio Moro.

No documento, é solicitado que o Supremo julgue ação que define se o ex-juiz da Operação Lava Jato agiu com parcialidade. No início da tarde, Fachin pediu o adiamento do julgamento no Plenário do Supremo.

 “O Relator não pode alterar sozinho o órgão julgador – Turma ou Plenário – após já iniciado o julgamento pelo colegiado”, argumenta a defesa do petista.

A 2ª turma do STF se reúne em sessão nesta terça (9), e entre as pautas incluídas pelo ministro Gilmar Mendes, está a análise do recurso sobre a suspeição de Moro.

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Arthur do Val pede o impeachment de Bolsonaro por falta de kit intubação

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Deputado federal Arthur do Val
Divulgação/Assembleia Legislativa de São Paulo

Deputado federal Arthur do Val

O deputado estadual Arthur do Val (Patriotas), conhecido como Mamãe Falei , protocolou nesta sexta-feira (16) um pedido de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por conta da falta de kit intubação no estado de São Paulo. O pedido se sustenta nos requerimentos do governo solicitando medicamentos ao Ministério da Saúde , que não foram entregues.

“Desde o começo do ano de 2021, quando começou a faltar medicamentos do kit intubação, o Estado de São Paulo enviou diversos ofícios ao Ministério da Saúde pedindo ajuda. Tais ofícios não foram sequer respondidos. Quando finalmente o Estado de São Paulo estava em vias de conseguir os kits, a União, a mando do presidente da República, age de forma desleal, desafiando a decisão do STF e induzindo o sistema de saúde paulista ao colapso, tudo com o único propósito de satisfazer os delírios do presidente da República”, diz trecho do documento apresentado à Câmara.

No texto, o deputado sustenta que e “é crime de responsabilidade ‘intervir em negócios peculiares aos Estados ou aos Municípios com desobediência às normas constitucionais’. Evidentemente, houve uma intervenção na administração paulista, cujos esforços e planejamento na área da saúde ficaram totalmente desestruturados”.

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