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Defendido por bolsonaristas, professor do Incor entra na mira para a Saúde

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Apesar de negar pedido de demissão, Pazuello está com os dias contados no Ministério da Saúde; O cardioligista José Franchini Ramires e Ludhmila Hajjar são os mais cotados para assumir a pasta
O Antagonista

Apesar de negar pedido de demissão, Pazuello está com os dias contados no Ministério da Saúde; O cardioligista José Franchini Ramires e Ludhmila Hajjar são os mais cotados para assumir a pasta

O cardiologista e professor do Instituto do Coração (Incor), José Antonio Franchini Ramires , entrou na mira do Planalto como um dos nomes que podem assumir o lugar do general Eduardo Pazuello no comando do Ministério da Saúde . As informações são do jornalista Igor Gadelha, da CNN Brasil.

O médico é, no momento, o nome preferido da ala ideológica do governo Bolsonaro. Isso porque Ramires seria mais “alinhado” aos ideais do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Outro possível nome, o da também cardiologista Ludhmila Hajjar, passou a ser criticado pelos bolsonaristas. Defensora do isolamento social e crítica da cloroquina, a médica, que se encontrou neste domingo (14) com o Jair Bolsonaro, teria chamado o presidente de “psicopata” em uma gravação antiga.

Leia mais:  Indulto de Bolsonaro desrespeita o Congresso e é 'média' para sua base eleitoral

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“Vou tomar por último, tem muita gente apavorada”, diz Bolsonaro sobre vacina

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Presidente Jair Bolsonaro
Foto: Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro

Na sexta-feira (16), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que não pretende tomar a vacina da Covid-19 agora. Em conversa com apoiadores que o esperavam em frente ao Palácio da Alvorada, o presidente justificou que a decisão é pelo fato de ter “muita gente apavorada” esperando pela vacina.

“O que acontece, tem muita gente apavorada aí aguardando a vacina, então deixa as pessoas tomarem na minha frente. Vou tomar por último. Eu acho que essa é uma atitude louvável. Porque tem gente que não sai de casa, está apavorado dentro de casa”, disse Bolsonaro. O presidente chegou a se queixar que a imprensa teria criticado a sua decisão de se vacinar por último. “Em vez da imprensa me elogiar, me critica”, afirmou.

Bolsonaro está apto a receber a vacina no Distrito Federal desde o dia 3 de abril. Antes, ele explicava que não ia se vacinar porque já teria contraído o vírus em julho do ano passado.

De acordo com dados do consórcio de veículos de imprensa da quinta-feira (15), 25.460.098 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19. O número representa 12,02% da população brasileira. A segunda dose já foi aplicada em 8.558.567 pessoas (4,04% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal.

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