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Economia

Debêntures incentivadas poderão ser usadas para financiar fibra ótica

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Ministério das Comunicações autorizou a emissão de debêntures incentivadas para utilização em projetos de infraestrutura de telecomunicações. A pasta aprovou um projeto, da empresa Brisanet Serviços de Telecomunicações, que prevê a ligação de redes de fibra ótica no perímetro urbano nos estados de Alagoas, do Ceará e do Rio Grande do Norte. A portaria foi publicada na edição de hoje (28) do Diário Oficial da União.

Debêntures incentivadas são títulos de crédito privado de médio a longo prazos emitidos por empresas de diversos setores e voltados especificamente para o financiamento de projetos de infraestrutura.

As redes vão ampliar o acesso dos moradores de tais regiões a serviços de banda larga, telefonia fixa e de TV a cabo. De acordo com a portaria do ministério, a empresa responsável pela execução dos trabalhos está autorizada a emitir R$ 529 milhões em debêntures incentivadas e tem até 2026 para concluir os projetos. A principal diferença entre as debêntures comuns e as incentivadas está na redução ou mesmo na isenção de Imposto de Renda.

No fim do ano passado, o Ministério das Comunicações editou seis portarias autorizando a captação de mais de R$ 4,3 bilhões para a implementação de rede móvel e banda larga em todo o país.

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Segundo o ministério, a medida estimula o crescimento de um mercado privado de financiamento de longo prazo, com validade de cinco anos.

“No caso de empresas (pessoa jurídica), a taxa cai de 22,5% para 15%. Para pessoas físicas, as taxas são zeradas, ou seja, ficam isentas do imposto de renda sobre os resultados do investimento”, informou a pasta.

Edição: Nádia Franco

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Economia

Preços de gasolina, diesel e gás aumentam hoje nas refinarias

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Gasolina, óleo diesel e gás de cozinha passam a custar mais caro hoje (2) nas refinarias da Petrobras. O litro da gasolina ficou R$ 0,12 mais caro (4,8%) e passou a custar R$ 2,60 para a venda às distribuidoras.

O aumento do óleo diesel foi de 5% (ou R$ 0,13 por litro). O preço para as distribuidoras passou a ser de R$ 2,71. Já o gás liquefeito de petróleo (GLP), conhecido como gás de botijão ou gás de cozinha, ficou 5,2% mais caro.

O preço do GLP para as distribuidoras será de R$ 3,05 por quilo (R$ 0,15 mais caro), ou seja R$ 36,69 por 13 kg (ou R$ 1,90 mais caro).

O preço informado pela Petrobras se refere ao produto vendido às distribuidoras. Segundo a empresa, até chegar ao consumidor final, o preço do combustível sofre o acréscimo de impostos, o custo para a mistura obrigatória de biocombustíveis e os custos e margens das distribuidoras e postos de gasolina.

Edição: Graça Adjuto

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