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POLÍTICA

Damares volta a exaltar cloroquina e nega foco em 2022: “sou chão de fábrica”

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Alan Santos/PR

Ministra definiu como “loucura” a possibilidade de ser vice de Bolsonaro em 2022

Apontada recentemente como um dos possíveis nomes para compor a chapa do presidente  Jair Bolsonaro em 2022, a ministra Damares Alves, da pasta da Mulher, Família e Direitos Humanos, negou ter qualquer pretensão de assumir um cargo nas próximas eleições. Em entrevista à Globonews, ela afirmou que sua popularidade se deve ao fato de ser “chão de fábrica” e que pretende apenas “continuar a fazer o que está fazendo”.

“Vice-presidente? Isso é loucura. Posso sair pelo Brasil no período eleitoral pedindo votos para aqueles em quem acredito. “Não vou subestimar o patrimônio político que ganhei e posso usar isso para eleger as pessoas certas. É melhor me deixarem livre pedindo votos para quem eu acredito, a exemplo do presidente Bolsonaro”, disse Damares .

Questionada sobre a atuação do governo no combate à pandemia da Covid-19 , a ministra voltou a exaltar a cloroquina , remédio que não tem eficácia comprovada contra a doença, e parabenizou cientistas que, segundo ela, “estão reconhecendo que é um remédio poderoso”.

Sobre a atuação do ministro Eduardo Pazuello , Damares disse que ele “deu conta do recado” e “fez o dever de casa”, pegando um ministério no meio de uma pandemia. Por fim, ainda elogiou a atuação do Governo Federal, disse que o Brasil ainda vai “surpreender o mundo” e negou que o país tenha feito um genocídio de povos indígenas: “diziam que iríamos dizimar. 590 morreram. O governo não se omitiu na questão, cuidamos dos nossos povos”.

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POLÍTICA

Câmara dos Deputados vota esta semana a PEC Emergencial

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Câmara dos Deputados
Marcelo Camargo/ Agência Brasil

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A Câmara dos Deputados marcou para esta semana a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 186/2019, a PEC Emergencial . O presidente da Casa, Arthur Lira, anunciou que pautará a PEC para apreciação diretamente no plenário, sem passar por comissões.

A expectativa é aprovar a admissibilidade do texto na terça-feira (9) e, no dia seguinte, a votação em plenário em dois turnos. Na avaliação de Lira, é importante aprovar logo a PEC para possibilitar o pagamento de novas parcelas do auxílio emergencial à população ainda em março. O relator da proposta na Câmara é o deputado Daniel Freitas (PSL-SC).

O texto cria mecanismos de ajuste fiscal, caso as operações de crédito da União excedam as despesas. Entre as medidas, estão barreiras para que a União, os estados e os municípios criem despesas obrigatórias ou benefícios tributários. A PEC também possibilita o pagamento do auxílio emergencial com créditos extraordinários sem ferir o teto de gastos públicos .

No Senado, o texto sofreu mudanças importantes. O relatório do senador Márcio Bittar (MDB-AC) teve que ceder à resistência de vários colegas e foi retirado o trecho mais polêmico do seu parecer, o fim da vinculação obrigatória de parte do orçamento a investimentos com saúde e educação. Bittar também retirou a redução de salário e jornada de trabalho dos servidores públicos, como expediente de ajuste fiscal e equilíbrio das contas públicas.

Bittar adicionou uma “trava” a mais para evitar um gasto excessivo com o auxílio emergencial. O relator limitou a R$ 44 bilhões o valor disponível para pagamento do auxílio emergencial. O governo estima retornar com o auxílio emergencial em forma de quatro parcelas de R$ 250 ainda este mês.

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