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POLÍTICA

Dallagnol e procuradores querem negar a Lula acesso a mensagens da Lava Jato

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Deltan Dallagnol teve conversas com o ex-ministro Sergio Moro reveladas
Fernando Frazão / Agência Brasil

Deltan Dallagnol teve conversas com o ex-ministro Sergio Moro reveladas

O procurador Deltan Dallagnol  e mais um grupo de seis magistrados querem negar que o ex-presidente Lula tenha acesso às mensagens da Lava Jato entre ele e o ex-ministro da Justiça Sergio Moro . A informações é da colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo .

A conversa entre os dois envolveu o envio de informações por parte de Moro para que Dallagnol fizesse investigações do petista e foi revelada pelo site The Intercept Brasil na série de reportagens que ficou conhecida como “Vaza Jato”.

O grupo quer que o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), reveja uma  decisão da semana passada que liberou o acesso do ex-presidente a essas informações. Os dados estão em poder da Polícia Federal (PF).

Os procuradores argumentam que a disponibilização do material ao petista fere o direito que têm à intimidade e privacidade, e que também é uma questão de “segurança para a vida e a integridade física e moral de suas famílias”. Segundo eles, o material não foi periciado e pode não ser verdadeiro.

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POLÍTICA

Ex-ministro culpa Bolsonaro e Pazuello por “desastre” de gestão durante pandemia

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General Santos Cruz, ex-ministro do governo Bolsonaro
Flickr Monusco

General Santos Cruz, ex-ministro do governo Bolsonaro

 O ex-ministro da Secretaria de Governo, General Santos Cruz, aponta o  presidente Jair Bolsonaro (sem partido) como responsável pela crise de saúde pública enfrentada pelo país durante a pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2), em entrevista divulgada nesta quinta-feira (4).

“Sempre tem um responsável pelas coisas. O responsável é o presidente”, avalia o general. “Uma pandemia que é absolutamente mal coordenada, mal liderada, sem liderança desde o início” critica o ex-ministro, demitido por Bolsonaro em junho de 2019 após divergências com a ala ideológica do governo.

Nesta quinta-feira (3), durante discurso em evento em Goiás, o chefe do executivo declarou que é preciso parar “de frescura e de mimimi” em relação a pandemia , e questionou: “vão ficar chorando até quando?”.

Na entrevista publicada pela Headline Brasil, o militar critica as falas do presidente, que para ele “tentam todos os dias desmoralizar a política de saúde pública”, e que por conta disso, não há como criar uma  política nacional de combate a pandemia, já que Bolsonaro constantemente ataca decisões do STF e de estados e municípios.

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O ex-ministro também questiona o responsável pela pasta da Saúde, Eduardo Pazuello , sobre “até onde vai a responsabilidade do Pazuello por esse desastre que é a administração da pandemia? Porque você tem uma autoridade que todo dia tenta desmoralizar a vacina”, critica.

Santos Cruz também considera que “há crise e show” todos os dias no governo federal, e citou a troca da presidência da Petrobras como uma situação para ilustrar a situação:

“O problema não é trocar, nem por quem trocar. O problema é o show. Se você faz uma troca e mostra a nova estratégia. Não, mas aí você troca, tem esse show todo. No outro dia, a milícia toda se mobiliza para dizer que o ex-presidente é um crápula, que não trabalha”.

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