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Covid-19: Pacheco quer que estados e municípios assumam riscos das vacinas

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Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG)
Reprodução/CNN

Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG)

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) declarou em entrevista coletiva nesta segunda (22) que estados e municípios poderão comprar doses da vacina contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2), desde que assumam o risco de eventuais efeitos colaterais dos imunizantes.

 Ao lado do senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente, Pacheco informou que nesta manhã se reuniu com representantes da Pfizer e da Jansen, após o líder da oposição, Randolfe Rodrigues (REDE-AP) solicitar o encontro.

“Identificamos um caminho inteligente, que eu considero inteligente e seguro, que é uma alternativa legislativa. Um projeto legislativo que será concebido ainda hoje no Senado para que encontremos um caminho que autorize a união, mas também estados e municípios assumirem a compra das vacinas possam constituir garantias, calções, seguros”, afirma o presidente do Senado.

Questionado sobre declarações feitas pelo ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, referentes aos contratos propostos pela Pfizer para que o governo efetuasse a compra das vacinas, chamando-as de “absurdas” e “leoninas”, Pacheco ponderou:

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“São regras uniformes para todos os clientes e países. Cabe ao governo federal e ao congresso encontrarem soluções para aderirmos às cláusulas”, mas considerou os contratos sendo “muito exigentes”.

Além da possibilidade de compra por parte de governos estaduais e municipais, Rodrigo ventilou a possibilidade da iniciativa privada participar da compra dos imunizantes.

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Comissão de Educação da Câmara pode ficar com deputados bolsonaristas

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Deputada federal Aline Sleutjes (PSL-PR)
Gustavo Sales/Câmara dos Deputados

Deputada federal Aline Sleutjes (PSL-PR)

Com o adiamento das definições dos presidentes das comissões da Câmara para a semana que vem , deputados bolsonaristas começaram a negociar para que eles sejam os escolhidos para o comando da comissão de Educação da Casa. A informação é do jornal Folha de S.Paulo

Os nomes mais fortes para assumir o órgão colegiado são os dos deputados Carlos Jordy (RJ) e Aline Sleutjes (PR). Os dois são da ala bolsonarista do PSL e têm forte apelo nos posicionamentos ideológicas de apreço do governo Jair Bolsonaro (sem partido), sendo alguns dos principais aliados do presidente na Câmara .

Sleutjes ainda é investigada no inquérito que apura financiamento a atos antidemocráticos, que é conduzido sob relatoria do ministro Alexandre de Moares, do Supremo Tribunal Federal (STF). A definição é prevista para os próximos dias.

Desde o início das negociações, o grupo bolsonarista da legenda manteve como alvo principal a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), considerada a mais importante da Câmara. Já é quase certo que a CCJ fica com a deputada bolsonarista Bia Kicis  (PSL-DF), também investigada no inquérito que apura atos antidemocráticos e ​​no das fake news.

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No caso da Comissão de Educação, no entanto, ela também é considerada estratégica para o grupo. Assim como Bolsonaro, seus apoiadores veem o tema como o campo de batalha para pautas ideológicas no governo, que guarda pouca conexão com os problemas reais do Brasil.

O objetivo da conquista do comando da comissão seria a suposta proeminência da esquerda no setor e o fortalecimento de pautas de fundo religioso.

Nas últimas semanas, a comissão de Educação chegou a ser prometida para o DEM durante negociações tocadas pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). A legenda ainda mantém articulação para ficar com o colegiado.

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