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POLÍTICA

Covas não se licenciará da prefeitura durante tratamento contra câncer

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Prefeito de São Paulo Bruno Covas (PSDB)
Rovena Rosa/Agência Brasil

Prefeito de São Paulo Bruno Covas (PSDB)

A equipe médica do prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB) , informou em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (18) que o político não irá se afastar do cargo durante o tratamento de quimioterapia, iniciado na última quarta (17).

Covas está internado no hospital Sírio Libanes desde a última terça (16), quando passou por exames de controle, quando se constatou um novo nódulo no fígado. Segundo os médicos, o nódulo encontrado tem poucos milímetros, sendo bem menor do que o encontrado no órgão, em 2019.

“Observou-se o surgimento de um pequeno nódulo hepático, o que nos sugere que de alguma forma a doença tenha conseguido ganhar terreno apesar da imunoterapia”, afirma o oncologista Artur Katz.

Por conta da decretação do nódulo, o tratamento do prefeito será reajustado. 

A imunoterapia que estava sendo feita será interrompida, e será iniciado um processo de quimioterapia , com 4 sessões de 48 horas, com intervalos de 14 dias entre cada um.

 “O prefeito confirma que não vai se afastar, que vai continuar trabalhando. Ele está trabalhando. Se surgir um fato novo, alguma consequência da quimioterapia, isso será discutido em outro momento. Agora, ele continua trabalhando, continua despachando normalmente”, disse o infectologista David Uip , que trabalhou no Comitê de contingenciamento da Covid-19 em São Paulo, e acompanha Covas.

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POLÍTICA

Com retomada de sessões semipresenciais, casos de Covid-19 crescem 80% na Câmara

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Câmara passou a maior parte do ano de 2020 fazendo sessões remotas
Najara Araújo/Câmara dos Deputados

Câmara passou a maior parte do ano de 2020 fazendo sessões remotas

A retomada de sessões “semipresenciais” no Congresso em fevereiro fez os casos de Covid-19 entre servidores, deputados e terceirizados aumentar 80% na Câmara em relação a janeiro. Foram 72 casos em dezembro, 58 em janeiro e 105 em fevereiro.

Procurado, o Senado respondeu que “não tem como praxe a divulgação de balanço de casos de Covid-19 entre os seus servidores, colaboradores e parlamentares”. Registrou apenas que quatro colaboradores do Senado foram diagnosticados com Covid-19 no período do “esforço concentrado” no início de fevereiro, durante a eleição da Mesa Diretora, enquanto exerciam trabalho presencial.

Dezenas de prefeitos visitaram a Câmara e o Senado nas últimas semanas em busca de espaço no Orçamento de 2021, prestes a ser aprovado. Os visitantes lotaram elevadores, corredores fechados e gabinetes de deputados e senadores. As Casas não informaram quantos visitantes receberam.

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Com o agravamento da pandemia e as restrições de circulação impostas pelo Distrito Federal, os presidentes da Câmara e do Senado, Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (DEM-MG), anunciaram que as sessões voltarão a ser completamente remotas. A votação da PEC Emergencial no Senado, nesta quinta-feira, foi a última sessão semipresencial.

A Câmara informou ainda que não é possível saber se as contaminações ocorreram naa Casa.

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Em nota, o Senado disse que “mantém ações frequentes de limpeza dos espaços comuns, áreas de trabalho e gabinetes administrativos, conforme os protocolos indicados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com incremento da rotina de limpeza em todos os setores, principalmente nas superfícies das dependências.”

No início dessa semana, três senadores anunciaram, em um intervalo de menos de um dia, estarem infectados com Covid-19: Lasier Martins (Podemos-RS), Major Olímpio (PSL-SP) e Alessandro Vieira (Cidadania-SE). Eles participaram de uma reunião presencial juntos uma semana antes, além de terem circulado pelo plenário e outras áreas da Casa.

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Desde o início da pandemia, dois senadores morreram em decorrência de infecções por coronavírus: José Maranhão (MDB-PB) e Arolde de Oliveira (PSD-RJ). Na Câmara, não houve nenhum caso de letalidade.

A Câmara dos Deputados informou que adota diversos protocolos para prevenir a disseminação de coronavírus em suas dependências. “Uma das providências consiste na disponibilização de informações e orientações importantes a respeito dos procedimentos adequados para a convivência nos ambientes da Câmara.”

“O uso de máscaras faciais é obrigatório dentro das dependências da Câmara. A distância pessoal deve ser mantida em aproximadamente 1,5 metro. Corredores e escadas ganharam adesivos com sinalizações de ida e vinda, e os elevadores, de localização. Há também orientações sobre o uso correto, a lavagem e o descarte das máscaras faciais, conforme determinado pela Anvisa, assim como de higienização das mãos.”

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