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Coronavírus: Brasil tem mais 54 mortes por covid-19 e total vai a 486

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O Ministério da Saúde divulgou neste domingo (05/04) que o número de mortos pelo novo coronavírus no país chegou a 486. Foram 54 óbitos confirmados nas últimas 24 horas.

A taxa de letalidade média no Brasil chegou a 4,4% e total de casos confirmados de covid-19 atingiu 11.130.

Em número de casos confirmados, continuam liderando os Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. A distribuição pelo país é a seguinte:

  • Sudeste: ES (166); MG (498); RJ (1.394); SP (4.620)
  • Nordeste: AL (28); BA (401); CE (823); MA (96); PB (34); PE (201); PI (23); RN (242); SE (32)
  • Sul: PR (438); RS (418); SC (357)
  • Centro-Oeste: DF (468); GO (115); MS (65); MT (60)
  • Norte: AC (48); AM (417); AP (29); PA (86); RO (12); RR (42); TO (17)

Em número de mortes pelo novo coronavírus, também lidera o Sudeste (351), seguido por Nordeste (78), Sul (26), Norte (19) e Centro-Oeste (12). Apenas o Estado de São Paulo tem 275 óbitos registrados e o Rio, 64, segundo os dados reunidos pelo ministério. Em seguida, vem o Ceará, com 26 mortes confirmadas.

Desde 19/03, a pasta deixou de divulgar a quantidade de casos suspeitos e, desde o dia 21, passou também a considerar que há casos de transmissão comunitária do vírus em todo o país.

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A transmissão comunitária ocorre quando há casos em que não é mais possível identificar a cadeia de infecção. Isso significa que o vírus está circulando livremente na população. A situação é diferente de quando há apenas casos importados ou de transmissão local, em que é possível identificar a origem da infecção.

De acordo com uma análise da Organização Mundial da Saúde (OMS) baseada no estudo de 56 mil pacientes, 80% dos infectados desenvolvem sintomas leves (febre, tosse e, em alguns casos, pneumonia), 14% sintomas severos (dificuldade em respirar e falta de ar) e 6% doença grave (insuficiência pulmonar, choque séptico, falência de órgãos e risco de morte).

Nos casos importados, os pacientes se infectaram em viagens ao exterior. Nos casos de transmissão local, os pacientes se infectaram pelo contato próximo com casos do novo coronavírus.

Estados anunciam medidas

Em todo o país, os estados adotaram medidas para atender as recomendações do ministério. Passaram a ser proibidos eventos de lazer, culturais e esportivos para evitar aglomerações.

Diversas universidades e escolas pelo país suspenderam suas atividades nas redes públicas e particulares. Elas devem ser retomadas a partir do momento em que a situação da pandemia melhorar.

Também foram suspensas as visitas a pacientes internados por causa do novo coronavírus em hospitais públicos e privados e a detentos de unidades prisionais, assim como o transporte de presos para a realização de audiências.

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Ainda haverá uma redução do atendimento ao público nas repartições públicas.

Pandemia

Em 11 de março, a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou uma pandemia de Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, que já infectou 292 mil pessoas e causou 12,7 mil mortes (segundo dados de 22 de março da OMS) em todo o mundo.

A OMS estima que 3,4% dos pacientes morrem por causa da Covid-19, a doença causada por este vírus. Mas especialistas estimam que essa taxa de letalidade gire em torno de 2% ou menos.

O Ministério da Saúde informou que estudos apontam que 90% dos casos do novo coronavírus apresentam sintomas leves e podem ser tratados nos postos de saúde ou em casa.

Mas, entre aqueles que são hospitalizados, o tempo de internação gira em torno de três semanas, o que gera um impacto sobre os sistemas de saúde, de acordo com a pasta, já que os leitos de unidades de tratamento intensivo (UTI) ficam ocupados por um longo tempo. Por isso, o governo vai buscar ampliar o número de leitos de UTI disponíveis.

 

Por: BBC News

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Capacitação para agentes de endemias em Carneirinho

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Na manhã de hoje (22), os Agentes de Endemias da Secretaria Municipal de Saúde de Carneirinho participaram de uma capacitação de como usar como usar veneno pra matar as larvas em reservatórios e recipientes.

De acordo com o Diretor de Vigilância Sanitária e Epidemiologia, Fábio Souza Ribeiro (Fabio Caixeta), antes o produto utilizado era em pó e agora é em comprimido.

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