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Economia

Conta salário poderá ser movimentada por Pix, diz diretor do BC

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Nos próximos meses, o trabalhador poderá movimentar a conta salário por meio do Pix, sistema do Banco Central (BC) de pagamentos instantâneos. A declaração foi dada hoje (28) pelo diretor de Organização do Sistema Financeiro do Banco Central, João Manoel Pinho de Mello.

O diretor também anunciou três novidades para 2021: o uso do Pix para saques em estabelecimentos comerciais, o pagamento por aproximação pelo Pix e o iniciador de pagamentos no sistema.

Por meio do saque em lojas, o usuário faz uma transferência Pix para um estabelecimento comercial e saca o valor em dinheiro. O usuário também pode fazer uma compra e repassar um valor maior, retirando a diferença no caixa.

No pagamento por aproximação, o cliente pode aproximar o celular de uma maquininha de cartão, que debita o valor por meio do Pix. Na iniciação de pagamentos, será criado um tipo de instituição financeira, com capital mínimo de R$ 1 milhão, que executará as transferências, mas não participará do fluxo financeiro.

Mello também anunciou um sistema de devolução de recursos em caso de falha operacional das instituições ou de suspeita fundada de fraude. O diretor do BC também prometeu, para este ano, a integração dos aplicativos dos bancos e das demais instituições participantes do Pix com a agenda dos smartphones. Dessa forma, o usuário pode usar o aplicativo da instituição financeira para abrir a lista de contatos e ver quais números de telefone estão associados a uma chave Pix.

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O diretor do BC também fez um balanço do Pix. Segundo ele, desde o lançamento do sistema, em novembro, a quantidade de operações por meio da ferramenta ultrapassou o volume somado de transferências eletrônicas diretas (TED) e de documentos de ordem de crédito (DOC). Segundo ele, isso atesta o sucesso da ferramenta.

Edição: Aline Leal

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Economia

Dólar tem pequena queda e fecha a R$ 5,42

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O dólar teve pequena queda e a bolsa de valores fechou com leve alta num dia de recuperação de recentes perdas. Declarações sobre o futuro dos juros nos Estados Unidos e a expectativa em torno da votação de medidas fiscais e de privatizações no Brasil influenciaram os mercados nesta quarta-feira (24).

A moeda norte-americana recuou pelo segundo dia consecutivo. O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,421, com queda de R$ 0,021 (-0,39%). Na mínima do dia, por volta das 10h, a divisa chegou a cair para R$ 5,39, mas aproximou-se da estabilidade durante a tarde.

No mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 115.668 pontos, com alta de 0,38%. Durante a manhã, o indicador chegou a operar em baixa, mas recuperou-se a partir do meio-dia, até fechar com pequena valorização. As ações da Petrobras, as mais negociadas, subiram 1,28% (papéis ordinários, com voto em assembleia de acionistas) e 1,41% (preferenciais, com preferência na distribuição de dividendos).

No Brasil, o envio da medida provisória da privatização da Eletrobras e as negociações em torno da renovação do auxílio emergencial influenciaram as negociações.

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No exterior, a declaração do presidente do Federal Reserve (FED, Banco Central norte-americano), Jerome Powell, de que os juros nos Estados Unidos permanecerão baixos fez o dólar cair perante as principais moedas de países emergentes. Em discurso ontem (23), ele declarou que a autoridade monetária norte-americana continuará a comprar títulos para estimular a economia, em meio à pandemia do novo coronavírus.

* Com informações da Reuters

Edição: Aline Leal

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