conecte-se conosco

Economia

Consulta pública recebe sugestões da sociedade sobre programa Agro 4.0

Publicado

.

O governo federal abriu uma consulta para obter opiniões e sugestões da sociedade civil sobre o Agro 4.0, iniciativa que visa estimular a adoção de tecnologias 4.0 na agricultura brasileira. O objetivo é aumentar a produtividade do setor por meio de projetos-pilotos que adotem e difundam tecnologias digitais na cadeia produtiva do agronegócio.

A consulta, que já está aberta, deve ser encerrada no dia 8 de julho. Segundo a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), serão coletadas informações e sugestões de critérios para seleção dos projetos-pilotos, de forma a dar transparência ao processo de construção do Agro 4.0 e levantar contribuições que irão subsidiar a formulação do edital.

As sugestões deverão ser encaminhadas por meio de formulário. A identificação pessoal é opcional, e os dados não serão divulgados individualmente. Para conhecer os critérios da consulta pública e enviar o formulário clique aqui.

De acordo com a ABDI, a consulta está aberta a produtores rurais e representantes da agroindústria, em parceria com entidades como associações, cooperativas, universidades, parques tecnológicos.

Os projetos abrangerão categorias como as de insumos, produção, colheita, processamento e integração de cadeia de valor. A iniciativa conta com a participação dos ministérios da Economia; da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Leia mais:  Petrobras conclui venda de sete campos de produção no RN

Edição: Nádia Franco

Comentários Facebook
publicidade

Economia

Ministérios defendem venda de refinarias após Congresso pedir bloqueio

Publicado

por

.

A privatização de refinarias da Petrobras encontra aval em decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), destacaram, em nota conjunta, os Ministérios da Economia e de Minas e Energia. As duas pastas reagiram ao pedido de liminar do Congresso Nacional para que o STF bloqueie as operações.

Na semana passada, técnicos do Poder Legislativo Federal entraram com pedido de liminar no qual acusam o Poder Executivo de criar artificialmente subsidiárias da Petrobras. Segundo o pedido, que está sob análise do ministro Ricardo Lewandowski, o governo quer burlar a proibição de que o governo possa privatizar parte da estatal sem autorização dos parlamentares.

No ano passado, o STF decidiu que o governo pode se desfazer de subsidiárias por meio de vendas diretas, sem a necessidade de licitação. A corte, no entanto, estabeleceu que o Congresso precisa aprovar a venda da empresa-matriz, seja do negócio inteiro ou de partes dos ativos diretamente ligados ao negócio principal.

Os técnicos do Legislativo querem barrar as privatizações da Refinaria Landulpho Alves (Rlam) e da Refinaria do Paraná (Repar), previstas para este ano. O governo quer privatizar oito refinarias até o fim de 2021.

Leia mais:  Petrobras conclui venda de sete campos de produção no RN

No comunicado, as pastas afirmaram que a venda das refinarias está amparada pela decisão do Supremo e segue o planejamento estratégico da Petrobras, aprovado pela empresa em 2016, com diretrizes para o período de 2017 a 2021. Na época, a petroleira informou que decidiu concentrar as operações na exploração e na produção de petróleo.

“Os ministérios da Economia e de Minas e Energia reforçam a necessidade de se fazer cumprir a decisão prévia do STF e apoiam o processo de transição do segmento de refino para um quadro de maior pluralidade de agentes, mais aberto e dinâmico”, destacou o texto.

A nota também ressaltou que um acordo do Cade, fechado em junho do ano passado, determinou que a Petrobras vendesse algumas refinarias para abrir o mercado de refino de petróleo, aumentando a concorrência no setor. As oito unidades a serem vendidas têm 1,1 milhão de capacidade diária de processamento de petróleo, refinando metade do petróleo no país.

Edição: Aline Leal

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana