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Economia

Confiança da indústria cresce 1,1 ponto na prévia de janeiro deste ano

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A confiança dos empresários da indústria cresceu 1,1 ponto na prévia de janeiro deste ano, na comparação com o resultado consolidado de dezembro do ano passado. Com isso, o indicador chegou a 100,5 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, segundo dados divulgados hoje (22) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O aumento da confiança foi puxado pelo crescimento das expectativas dos empresários em relação aos próximos meses. O Índice de Expectativas cresceu 2,4 pontos e atingiu 101,6 pontos, o maior valor desde junho de 2018 (102,3 pontos).

O Índice da Situação Atual, que mede a confiança dos empresários no momento presente, recuou 0,3 ponto, para 99,3 pontos.

O resultado preliminar de janeiro indica aumento de 0,4 ponto percentual do Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria, para 75,5%.

Edição: Valéria Aguiar

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Economia

GM propõe redução de salários em São José dos Campos, São Paulo

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Após quatro rodadas de negociações com o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos (SP), a General Motors propôs, no último sábado (4), a suspensão dos contratos de trabalho com redução de salários, por meio da Medida Provisória 936, no complexo industrial da montadora na cidade.

A proposta final será submetida à votação eletrônica dos metalúrgicos, em data a ser divulgada nos próximos dias. Se aprovada, a medida irá atingir 90% dos trabalhadores do complexo industrial de São José dos Campos. Apenas 100 ficarão na fábrica e não serão impactados pela medida; outros 42 trabalharão em regime de home office. A planta possui cerca de 3.800 funcionários.

A liberação dos trabalhadores neste momento é necessária para a prevenção ao coronavírus. Por enquanto, todos estão em férias coletivas, que terminam no dia 12.

O Sindicato defendeu, na mesa, a estabilidade no emprego por um ano e licença remunerada ou layoff sem redução salarial. A empresa não aceitou. “A MP 936 está muito aquém do que os trabalhadores precisam, e mais atrapalha do que ajuda. A GM não tem por que cortar salários, mas foi irredutível na mesa de negociação. Como o sindicato é uma entidade que segue a democracia operária, vai submeter a proposta à decisão dos trabalhadores. Eles decidirão se aceitam ou não a proposta”, afirma o vice-presidente do sindicato, Renato Almeida.

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Edição: Graça Adjuto

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