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Economia

Confiança da Construção sobe 0,4 ponto em outubro

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O Índice de Confiança da Construção, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou alta de 0,4 ponto em outubro deste ano, na comparação com o mês anterior. Com a alta, que veio depois de um recuo de 0,5 ponto em setembro, o indicador atingiu 87,5 pontos em uma escala de zero a 200 pontos.

O resultado foi influenciado pelo Índice de Situação Atual, que mede a confiança do empresário da construção no momento atual e que avançou 1,3 ponto. O subíndice chegou a 78,9 pontos, o maior nível desde fevereiro de 2015 (81,4), puxado pela percepção sobre a situação atual da carteira de contratos.

Por outro lado, o Índice de Expectativas, que mede a confiança dos empresários da construção em relação ao futuro, caiu pelo segundo mês, ao recuar 0,5 ponto, para 96,5 pontos. O principal motivo foi a demanda prevista nos próximos três meses.

O Nível de Utilização da Capacidade do setor cresceu 0,7 ponto percentual, para 70,1%.

Segundo a pesquisadora da FGV Ana Maria Castelo, o resultado do índice de confiança mostra que há uma recuperação em curso, mas ainda não há segurança no empresário em relação a sua continuidade. “Vale destacar que entre os fatores assinalados como limitadores da melhoria dos negócios, a demanda insuficiente permanece como o de maior relevância para todos os segmentos setoriais. Ou seja, o cenário de baixo crescimento do investimento responde por parte importante dessa insegurança em relação à retomada”.

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Edição: Valéria Aguiar

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Economia

Dólar fecha no maior nível em 45 dias com tensões entre EUA e China

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Num dia de agravamento das tensões entre Estados Unidos e China, o dólar voltou a subir e fechou no maior valor em 45 dias. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (10) vendido a R$ 5,465, com alta de R$ 0,052 (+0,97%).

Essa foi a quarta sessão seguida de alta da moeda. A cotação operou em baixa durante quase toda a manhã, mas reverteu a tendência e passou a subir durante a tarde, até encerrar próximo da máxima do dia. A divisa acumula alta de 36,18% em 2020.

Maior parceiro comercial do Brasil, a China impôs hoje sanções a 11 cidadãos dos EUA, incluindo parlamentares do Partido Republicano, ao qual pertence o presidente Donald Trump. O país asiático retaliou sanções decretadas pelo governo norte-americano contra Hong Kong e autoridades chinesas acusadas de restringir liberdades políticas na ex-colônia britânica.

Ruídos entre as duas maiores economias do mundo há tempos sacodem os mercados financeiros, à medida em que o embate comercial escala para questões geopolíticas. Todas as principais moedas da América Latina, grande fornecedora de matérias primas para a China, sofreram desvalorização nesta sessão.

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Bolsa

No mercado de ações, o dia também foi marcado por oscilações, mas terminou em ganhos. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), encerrou esta segunda-feira com alta de 0,65%, aos 103.444 pontos.

No Brasil, o mercado financeiro aguarda a divulgação amanhã (11) da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom). O documento vai indicar se a autoridade monetária pretende diminuir ainda mais a taxa Selic (juros básicos da economia), que foi reduzida para 2% ao ano na última semana.

* Com informações da Reuters

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