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Com voto de Cármen Lúcia, STF tem maioria contra cultos e missas na pandemia

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Cármen Lúcia, ministra do Supremo Tribunal Federal (STF)
Reprodução/TV Justiça

Cármen Lúcia, ministra do Supremo Tribunal Federal (STF)

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta quinta-feira (8) para proibir a liberação de cultos e missas presenciais em meio à pandemia da Covid-19. A maioria foi atingida após o voto da ministra Cármen Lúcia, que acompanhou o ministro relator Gilmar Mendes e levou o placar a 6 a 2. Acompanhe a sessão aqui .

Votaram pela proibição os ministros Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Cármen Lúcia. Por enquanto são vencidos Dias Toffoli e Nunes Marques.

“Sobram dores e faltam soluções administrativas. O Brasil tornou-se um País que preocupa o mundo inteiro, pela transmissibilidade letal deste vírus. Essa doença é horrível. O que se tem, no quadro que estamos experimentando, é uma situação gravíssima, alarmante, aterrorizante”, disse Cármen Lúcia. A ministra que foi infectada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) no final do ano passado.

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Doria diz que Bolsonaro é responsável por parcela de vidas perdidas para a Covid

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João Doria (PSDB) e Jair Bolsonaro (sem partido)
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

João Doria (PSDB) e Jair Bolsonaro (sem partido)

Nesta quarta-feira (14), o governador de São Paulo,  João Doria (PSDB), interrompeu a coletiva de imprensa para fazer críticas ao  presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em relação à gestão da pandemia no Brasil. Na ocasião, Doria chamou Bolsonaro de “maluco” e disse que ele é, em parte, responsável pelas vidas perdidas pela Covid-19 .

O governador leu trecho de uma notícia que fala sobre Bolsonaro, dizendo que ele espera sinalização da população contra o lockdown. “Quero dizer ao presidente Bolsonaro que o senhor deveria esperar do povo aquilo que o senhor não oferece, compaixão e proteção à população do seu país”, afirmou.  Doria ainda destacou que o presidente fazia o pronunciamento a “apoiadores dele, ou seja, malucos como ele”.

De acordo com ele, o negacionismo de Bolsonaro em relação à doença contribuiu para o alto número de mortes. “É responsável por uma parcela considerável das quase 380 mil vidas que se perderam no Brasil”. “Se o senhor tivesse compaixão e liderança, teria oferecido vacina e não cloroquina à população”, concluiu.

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