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Com hashtag #LulaCorrePerigo, apoiadores dizem que ele está em risco na prisão

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Marcelo Camargo

Lula

Um dia após a informação de que o ex-presidente Lula foi acordado dentro da cela pela Polícia Federal às 6h para receber intimação de testemunha em investigação contra a ex-presidenta Dilma Rousseff, internautas e apoiadores subiram a hashtag #LulaCorrePerigo nas redes sociais.

A hashtag , que logo se tornou o assunto mais comentado no Twitter do Brasil, foi replicada por milhares de seguidores, entre eles, a deputada federal de Minas Gerais Margarida Salomão (PT) e o deputado federal do Rio Grande do Sul, Bohn Gass, também do Partido dos Trabalhadores.

Leia também: Lula critica visita da Polícia Federal às 6h na cela: “uma verdadeira palhaçada”

Gass chegou a classificar ação da PF como fascista . “Fascista não tem, e por não ter, não respeita limites”, disse. A hashtag que garante que o ex-presidente está em perigo dentro da PF vira um dos assuntos mais comentados no mesmo dia em que a votação sobre prisão após condenação em segunda instância, que pode terminar com Lula solto, é retomada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Leia mais:  Bolsonaro pede para Alcolumbre reaproximação com Congresso

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Doria diz que Bolsonaro é responsável por parcela de vidas perdidas para a Covid

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João Doria (PSDB) e Jair Bolsonaro (sem partido)
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

João Doria (PSDB) e Jair Bolsonaro (sem partido)

Nesta quarta-feira (14), o governador de São Paulo,  João Doria (PSDB), interrompeu a coletiva de imprensa para fazer críticas ao  presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em relação à gestão da pandemia no Brasil. Na ocasião, Doria chamou Bolsonaro de “maluco” e disse que ele é, em parte, responsável pelas vidas perdidas pela Covid-19 .

O governador leu trecho de uma notícia que fala sobre Bolsonaro, dizendo que ele espera sinalização da população contra o lockdown. “Quero dizer ao presidente Bolsonaro que o senhor deveria esperar do povo aquilo que o senhor não oferece, compaixão e proteção à população do seu país”, afirmou.  Doria ainda destacou que o presidente fazia o pronunciamento a “apoiadores dele, ou seja, malucos como ele”.

De acordo com ele, o negacionismo de Bolsonaro em relação à doença contribuiu para o alto número de mortes. “É responsável por uma parcela considerável das quase 380 mil vidas que se perderam no Brasil”. “Se o senhor tivesse compaixão e liderança, teria oferecido vacina e não cloroquina à população”, concluiu.

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