conecte-se conosco

POLÍTICA

Coágulo no coração de Bruno Covas diminui e quadro do prefeito é estável

Publicado

source
Covas arrow-options
Rovena Rosa/Agência Brasil

Covas deverá ser submetida à segunda sessão de quimioterapia na próxima semana.

Exame realizado nesta sexta-feira mostrou que o coágulo encontrado esta semana no coração do prefeito de São Paulo, Bruno Covas , reduziu de tamanho. Ele deverá ser submetido à segunda sessão de quimioterapia na próxima semana.

Leia também: Juiz determina soltura de Lula da Polícia Federal de Curitiba 

As informações são do boletim médico divulgado nesta sexta-feira. A equipe que cuida do prefeito informou que o quadro de saúde dele é estavel. O prefeito permanece com o tratamento com anticoagulantes e um ecocardiograma indicou que o coágulo encontrado na última segunda-feira no átrio direito está diminuindo. “No início da próxima semana ele passará por uma reavaliação para que tenha início a segunda sessão de quimioterapia”, informou o boletim.

Covas está internado desde o último dia 23 no Hospital Sirio-Libanês, na capital paulista. Ele deu entrada no hospital com um quadro de erisipela, que evoluiu para trombose e embolismo pulmunar. Na busca de um diagnóstico mais aprofundado sobre as complicações, os médicos descobriram um câncer no aparelho digestivo com lesões no sistema linfático e no fígado.

Leia mais:  'Não dá pra dar golpe, não?', pergunta Bolsonaro a presidente do Paraguai

No último dia 29, o prefeito foi submetido à primeira sessão de quimioterapia. Inicialmente, foram prescritas três sessões do tratamento. O intervalo entre elas é de duas semanas.

A permanência de Covas no hospital deve-se ao tratamento para controlar o quadro de trombose e não pelo diagnóstico de câncer. Na segunda-feira desta semana ele teve detectado um novo coágulo no átrio direito.

Leia também: Vigília por Lula tem adesão até de policiais federais à espera de soltura 

A formação de coágulos é um quadro comum em pacientes com câncer, segundo o diretor de Promoção de Saúde Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Fernando Costa.

Comentários Facebook
publicidade

POLÍTICA

Rodrigo Maia diz que pensão a solteiras ‘absurdo’ e cobra mudança no STF

Publicado

por

source
Rodrigo Maia arrow-options
Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Maia cobrou que STF mude entendimento de lei sobre pensões

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse neste domingo (19) que vai continuar trabalhando para que o Supremo Tribunal Federal (STF) mude a interpretação da lei que garante o benefício para 194 filhas solteiras de ex-parlamentares e ex-servidores. Custo anual de R$ 30 milhões foi considerado um “absurdo” por Maia. O caso foi revelado pelo jornal O Estado de São Paulo e a situação que mais chama atenção é a da pesquisadora Helena Hirata, que mora há 49 anos em Paris e recebe R$ 16.881,50 por mês apenas por ser solteira e filha de ex-deputado.

Em uma auditoria do Tribunal de Contas da União de foram encontradas suspeitas de fraudes em 19 mil pensões para filhas solteiras. Os valores foram pagos em diversos órgãos da administração pública federal, não apenas do Legislativo. O tribunal alterou a interpretação da lei e obrigou que as pensionistas comprovassem a dependência do benefício para manterem o privilégio.

Leia mais:  "Tem que estudar como fazer", diz general Heleno sobre possibilidade do AI-5

Leia também: Maia pede afastamento de secretário de Bolsonaro após citação nazista

“Depois da interpretação do Tribunal de Contas da União, o STF deu infelizmente decisão garantindo o direito adquirido. Todos os casos como esses mostrados são absurdos. Vamos continuar investigando, tomando as decisões e trabalhando para que o STF mude sua interpretação e tenha interpretação real daquilo que é o correto, para que não tenhamos privilégios e desperdícios desnecessários”, disse Maia.

As solteiras passaram a reivindicar ao Supremo a manutenção das remunerações. O ministro Edson Fachin suspendeu o acórdão do TCU e determinou a aplicação do entendimento original à lei, o que foi respaldado pela Segunda Turma da Corte. De forma reservada, um integrante do Supremo também classificou os pagamentos como “absurdo”.

Leia também: Com Maia em evidência, Congresso passa a ser fundamental para reformas em 2020

As pensões são garantidas por uma lei de 1958. Em 1990, outra legislação pôs fim aos pagamentos, mas quem havia adquirido o direito o manteve. Para não perdê-lo, basta permanecer solteira ou não ocupar cargo público permanente. Denúncias de fraudes não faltam. Em dezembro, por exemplo, uma mulher foi indiciada por estelionato pela Polícia Legislativa por ser casada e manter o benefício.

Leia mais:  UDN: partido extinto há 54 anos pode voltar em dose dupla

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana