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Chorando, Gusttavo Lima diz não compactuar com dinheiro público

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Em live para os fãs no Instagram, cantor chorou
Reprodução – 31.05.2022

Em live para os fãs no Instagram, cantor chorou

Envolvido em em  polêmicas recentes sobre pagamentos de cachês milionários e sobre declarações feitas por ele durante show, o cantor Gusttavo Lima fez na noite de segunda-feira uma live para explicar sua situação para os fãs. Nela ele chorou, disse que não é bandido, que não “compactua com dinheiro público”, que show para prefeitura todo mundo faz, que paga seus impostos e que está à disposição de qualquer órgão público. – Faço pouquíssimos shows para prefeituras e quando faço sou tratado como ladrão. Parem de me perseguir, sou um cara honesto e estou quase jogando a toalha – desabafou, seguindo a lógica de que verba municipal não é considerada dinheiro público, assim como já defenderam outros sertanejos.

A primeira polêmica envolvendo o cantor diz respeito aos R$ 800 mil que recebeu da prefeitura de São Luiz, município do Sul de Roraima, que tem 8.232 habitantes, de acordo com o IBGE, e o segundo menor Produto Interno Bruto de todo o estado. Fazendo as contas, seria como se cada morador pagasse um “ingresso” de R$ 100 pela apresentação.

O Ministério Público de Roraima está investigando o show, para saber de onde saíram os recursos para o pagamento. Além disso, Gusttavo recebeu críticas por ter criticado uma possível “volta” do comunismo e defendido “Deus, a família e a pátria” em um show em Brasília.

O Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG) também instaurou um procedimento para averiguar se há suspeitas na contratação do cantor Gusttavo pela prefeitura de Conceição do Mato Dentro, no interior de Minas Gerais. O artista foi contratado por R$ 1,2 milhão para se apresentar na cidade no dia 20 de junho, durante a 32ª Cavalgada do Jubileu do Senhor Bom Jesus Do Matozinhos. O show já foi cancelado pela prefeitura.

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A seguir, veja alguns dos bens do cantor sertanejo.

Fazenda 

A Fazenda Recanto Feliz, uma das maiores de Goiás, tem 3 mil metros quadrados de área construída. A sede, com colunas inspiradas nas da Casa Branca, chegou a virar meme nas redes, comparada à arquitetura da loja da Havan. O lugar tem salas, varandas, escritório, suítes com closet, cozinha íntima, sala de estar rebaixada, varanda gourmet, home kids, academia, sauna, vestiários, casa de apoio com cozinha industrial, dependência de funcionários, quarto para montagem de looks, salão, estúdio fotográfrico, piscina de 200 metros quadrados, SPA, fire pit (fogueira enterrada) e garagem para cinco carros de coleção e cinco carros de uso cotidiano.

Conhecido como “Embaixador”, Gusttavo cobra, em média, entre R$ 800 mil e R$ 1,2 milhão por cada apresentação. Ele é casado com Andressa Suita, com quem tem dois filhos, Gabriel e Samuel. A família se divide entre uma fazenda, no interior de Goiás, e um apartamento, em Goiânia. Recentemente, foi posta à venda uma casa de 590 metros quadrados de área construída que tinham no condomínio Alphaville Flamboyant, também em Goiânia, por R$ 8,5 milhões. “A entrada foi projetada para dar comodidade no desembarque, com um porte-cochère (varanda de garagem) amplo e alto, com escadas iluminadas e muita segurança”, explicou a construtora responsável pelo projeto.

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Iate

O cantor também tem avião, vários carros e um iate que pertenceu a Roberto Carlos. Este último ele comprou em 2020, quando foi posto à venda por R$ 25 milhões. Gusttavo reformou a embarcação, que tem motor Yacht Falcon 11, 35 metros de comprimento e capacidade para 12 passageiros – leia-se cinco cabines e cinco banheiros. Além lugar para guardar jet-skis e piscina.

Jato

Avaliado em mais de R$ 250 milhões, o jato do cantor sertanejo tem capacidade para 16 passageiros e autonomia de 15 horas. O modelo Bombardier foi adquirido para ser usado também em turnês internacionais do cantor. A informação da compra foi dada pelo colunista Leo Dias.

Carros

Gusttavo Lima gosta de carros. Antigos e novos. Em sua fazendo ele tem espaço para seu lado colecionador e para os carros do dia a dia. ele tem, por exemplo, uma Mercedes-AMG GT 63S de R$ 1,8 milhão, no momento. Ele tem ainda uma Ferrari 458 Spider vermelha, um Lamborghini Urus amarelo, um Porsche Cayenne, um Lamborghini Aventador, um SUV Cadilac Escalade e um Lincoln Continental 1978.

O cantor tem ainda um jato Bombardier, avaliado em mais de R$ 250 milhões, comprado em fevereiro deste ano.

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Suspeita de corrupção: Pacheco lê requerimento de CPI do MEC no Senado

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Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, durante sessão
Waldemir Barreto/Agência Senado – 30.06.2022

Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, durante sessão

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), leu nesta quarta-feira (6) o requerimento para a abertura da  CPI do MEC no plenário do Senado. 

Esse é o primeiro passo para a instalação da comissão que quer investigar suspeitas de corrupção na gestão de Milton Ribeiro no Ministério da Educação. 

Agora, para que os trabalhos do colegiado se iniciem, os líderes dos partidos precisam indicar os membros que farão parte da CPI. No entanto, conforme Pacheco anunciou na terça-feira, isso só acontecerá após as eleições.

Além do pedido para a instalação da CPI do MEC, Pacheco também fez a leitura do requerimento de outras quatro comissões: uma sobre obras paradas do MEC; outra sobre a atuação do narcotráfico no país; uma terceira sobre a atuação de ONGs na Amazônia, e uma última sobre o aumento de queimadas e desmatamento — essas duas foram unificadas por Pacheco.

Apesar da leitura dos requerimentos, isso não significa que os colegiados vão ser efetivamente instalados. Isso porque, segundo Pacheco afirmou ontem, há um acordo entre os líderes para que as indicações às comissões sejam feitas apenas após as eleições.

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A oposição, no entanto, ameaçou entrar com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para que a Corte obrigue a indicação dos membros da comissão. 

Uma das estratégias do líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), é entrar com um mandado de segurança, que tem tramitação mais rápida, caso nenhum partido indique representantes para a CPI do MEC.

A abertura de todas as CPIs foi uma estratégia dos governistas no Senado para tentar esvaziar a CPI do MEC. Cada comissão conta com 11 vagas de titulares e só podem começar os trabalhos quando a maioria absoluta — isto é, metade mais um — das cadeiras forem preenchidas. 


A base aliada de Jair Bolsonaro (PL) espera que, pela quantidade de indicações que precisam ser feitas, o colegiado defendido pela oposição fique esvaziado.

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O adiamento das comissões também foi outra estratégia dos governistas para barrar a CPI. Na prática, caso as indicações sejam feitas só após as eleições, a comissão teria pouco tempo de funcionamento. Isso porque, segundo diz o regimento interno do Senado, uma comissão parlamentar de inquérito não pode continuar após o fim da legislatura em que foi instalada. Isto é, só poderia funcionar até 1º de fevereiro de 2023.

Como a CPI do MEC tem prazo estabelecido de 90 dias úteis, se ela for instalada após o segundo turno votação, no final de outubro e início de novembro, ela não completaria todo o período previsto. E mesmo se começar após o primeiro turno, no início de outubro, também não chegaria aos 90 dias úteis.

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Fonte: IG Política

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