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Caso Marielle: PGR diz que Domingos Brazão “arquitetou homicídio”

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) afirmou em denúncia enviada ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) que o político Domingos Brazão, conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado (TCE_RJ), “arquitetou o homicídio da vereadora Marielle Franco”, que também resultou na morte do motorista Anderson Gomes, em março de 2018. As informações são do portal UOL .

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Marielle Franco foi assassinada em 14 de março de 2018 arrow-options
Guilherme Cunha/Alerj

Marielle Franco foi assassinada em 14 de março de 2018

Segundo as informações do UOL , a denúncia da PGR também ressalta que Brazão obstruiu as investigações e que o planejamento do assassinato incluía um esquema de “difusão de notícias falsas sobre os responsáveis pelo homicídio”. Marielle foi morta a tiros em 14 de março do ano passado, quando deixava um evento na Lapa. Na ocasião, o motorista da vereadora, Anderson Gomes, também foi atingido e não resistiu.

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“Fazia parte da estratégia que alguém prestasse falso testemunho sobre a autoria do crime e a notícia falsa chegasse à Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, desviando o curso da investigação em andamento e afastando a linha investigativa que pudesse identificá-lo como mentor intelectual dos crimes de homicídio”, declara a denúncia assinada por Raquel Dodge, antes de deixar a procuradoria-geral”, diz a denúncia assinada pela então procuradora da República, Raquel Dodge, pouco antes de deixar o cargo, segundo o portal de notícias.  Procurado pela reportagem, Domingos Brazão disse que não vai comentar a denúncia.

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Em setembro, ex-procuradora-geral da República, Raquel Dodge, denunciou ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Domingos Brazão, por interferir nas investigações do caso. Nesta quinta-feira, os ex-deputados estaduais Paulo Melo (MDB) e Edson Albertassi (MDB) foram ouvidos nesta quinta-feira, na Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) sobre a investigação da morte da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes.

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De acordo com o delegado Antônio Ricardo Nunes, diretor do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, os dois prestaram depoimento na condição de testemunhas de uma linha de investigação que aponta motivação política.

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Partidos começam a definir integrantes da CPI da Covid-19; veja os nomes

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Renan Calheiros (MDB) deve ser um dos titulares
Roque de Sá/Agência Senado

Renan Calheiros (MDB) deve ser um dos titulares

BRASÍLIA – Antes mesmo da criação da  CPI da Pandemia, os partidos intensificaram reuniões ao longo desta terça-feira para definir as indicações ao colegiado, que será formado por 11 membros titulares e 7 suplentes.

Entre os cotados, o MDB, que possui a maior bancada da Casa, busca protagonismo ao tentar conquistar a presidência ou relatoria da Comissão Parlamentar de Inquérito. A composição ainda não foi oficialmente definida e as siglas trabalham com previsões.

Os emedebistas devem indicar o líder da bancada, Eduardo Braga (AM), que é de um dos estados mais afetados pela crise, e o senador Renan Calheiros (AL), crítico ao governo, para duas vagas titulares. O senador Jarbas Vasconcelos (PE), por sua vez, deve ficar com uma suplência.

O PSD, que possui a segunda maior bancada da Casa, deve indicar o oposicionista Otto Alencar (BA) para uma das vagas titulares, assim como o senador Omar Aziz, que poderá ser outro representante do Amazonas no colegiado.

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No PSDB, o escolhido deve ser o senador Tasso Jereissati (CE), outro crítico ao governo Jair Bolsonaro, enquanto o governista Izalci Lucas (DF) deve ficar como suplente. Parte do mesmo bloco dos tucanos, o Podemos pretende indicar o senador Eduardo Girão (CE) para vaga titular, que é autor de outro pedido de CPI com escopo mais amplo, e Marcos Do Val para a suplência.

O regimento do Senado não prevê um prazo máximo para as indicações, mas existem precedentes para que o presidente da Casa force as indicações. Segundo pessoas próximas a Pacheco, ele deve estabelecer um período de até dez dias.

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