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Caso ‘Bolsonaro e Queiroz’: Saiba quais provas foram afetadas com decisão do STJ

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Caso 'Bolsonaro e Queiroz': Saiba quais provas foram afetadas com decisão do STJ
Reprodução: iG Minas Gerais

Caso ‘Bolsonaro e Queiroz’: Saiba quais provas foram afetadas com decisão do STJ

Com a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) , na última terça-feira (23), de anular a quebra de sigilos bancário e fiscal do senador  Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) no caso das ‘ rachadinhas ‘, uma série de provas foram afetadas nas investigações. Algumas delas, envolvendo Fabrício Queiroz , continuam passíveis de anulação. Saiba a situação das provas :

Movimentações financeiras atípicas

PROVA SOB ANÁLISE: Revelados no início de 2018, as movimentações financeiras fora do comum nas contas de Fabrício Queiroz em 2016 chamaram atenção. A defesa do parlamentar argumenta que o detalhamento do relatório é “excessivo” e se assemellha a uma quebra de sigilo. O STJ ainda planeja julgar este mérito.

Quebra de sigilio bancário

PROVA ANULADA: Principal prova durante a investigação , em 2019, a justiça decretou a quebra dos sigilos fiscais e bancários de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, ex-assessores que participaram do esquema e pessoas que realizaram transações imobiliárias com o filho ’01’ do presidente . A análise do STJ foi de que o pedido de quebra de sigilio “não foi bem fundamentado” e as provas decorrentes dessa decisão estão sob risco de anulação .

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Transações imobiliárias suspeitas

PROVA SOB ANÁLISE: Em 2018, uma reportagem da Folha de S.Paulo revelou que ocorreram transações imobiliárias incomuns entre Flávio Bolsonaro e outros envolvidos, que seriam consideradas suspeitas pelas diretrizes do Controle de Atividades Financeiras (COAF). O arquivamento aconteceu após explicações do parlamentar .

Troca de mensagens

PROVA SOB ANÁLISE: As conversas envolvendo Fabrício Queiroz e a ex-esposa de um miliciano – Adriano da Nóbrega -, onde revela-se indícios da contratação de funcionários fantasmas , são consideradas as únicas provas obtida de maneira independente pelo relatório do COAF . Caso esta prova seja anulada neste processo , ainda há a possibilidade de uma nova investigação ser reaberta com base nestes dados.


As decisões do STJ , porém, se mostram ambíguas neste sentido. De acordo com levantamento realizado por pesquisadores de direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), de 29 casos semelhantes ao do senador Flávio Bolsonaro, somente em 3 deles o tribunal concedeu parecer favorável à anulação de provas.

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“Vou tomar por último, tem muita gente apavorada”, diz Bolsonaro sobre vacina

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Presidente Jair Bolsonaro
Foto: Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro

Na sexta-feira (16), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que não pretende tomar a vacina da Covid-19 agora. Em conversa com apoiadores que o esperavam em frente ao Palácio da Alvorada, o presidente justificou que a decisão é pelo fato de ter “muita gente apavorada” esperando pela vacina.

“O que acontece, tem muita gente apavorada aí aguardando a vacina, então deixa as pessoas tomarem na minha frente. Vou tomar por último. Eu acho que essa é uma atitude louvável. Porque tem gente que não sai de casa, está apavorado dentro de casa”, disse Bolsonaro. O presidente chegou a se queixar que a imprensa teria criticado a sua decisão de se vacinar por último. “Em vez da imprensa me elogiar, me critica”, afirmou.

Bolsonaro está apto a receber a vacina no Distrito Federal desde o dia 3 de abril. Antes, ele explicava que não ia se vacinar porque já teria contraído o vírus em julho do ano passado.

De acordo com dados do consórcio de veículos de imprensa da quinta-feira (15), 25.460.098 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19. O número representa 12,02% da população brasileira. A segunda dose já foi aplicada em 8.558.567 pessoas (4,04% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal.

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