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‘Cara no fogo’: fala de Bolsonaro sobre Ribeiro gera memes na web

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Frase de Bolsonaro sobre ‘cara no fogo’ por Milton Ribeiro gera memes
Reprodução/Twitter 22.6.2022

Frase de Bolsonaro sobre ‘cara no fogo’ por Milton Ribeiro gera memes

A frase do presidente Jair Bolsonaro sobre pôr a “cara no fogo” pelo ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, preso nesta quarta-feira por suspeitas de crimes na liberação de recursos do Ministério da Educação para prefeituras, foi alvo de piadas nas redes sociais. No Twitter, perfis, em tom de brincadeira, compartilharam montagens do que aconteceria ao presidente após a prisão de Ribeiro.

O perfil humorístico Sensacionalista brincou que o presidente não colocaria a cara no fogo pelo seu ex-ministro “porque o gás tá muito caro”.

Outro perfil respondeu a um comentário com a imagem do personagem Motoqueiro Fantasma, fazendo uma alusão aos passeios de moto promovidos pelo presidente: “vazaram fotos da organização da próxima motociata”.

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No Twitter, o ilustrador Cris Vector fez uma charge do rosto do presidente em chamas por conta da promessa.

Outros perfis também entraram na brincadeira, e fizeram publicações brincando com a aposta de Bolsonaro: “a cara dele deve estar torrada agora”.

Em março, o presidente havia defendido, durante uma das suas lives que faz semanalmente, Milton Ribeiro, alvo de mandados de prisão e busca e apreensão nesta quarta-feira, junto dos pastores-lobistas Arilton Moura e Gilmar Santos, por suspeitas de crimes na liberação de recursos do Ministério da Educação para prefeituras. Na ocasião, o presidente afirmou: “eu boto a minha cara no fogo pelo Milton”.

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Corrupção no MEC: Milton Ribeiro pede ao STF anulação de inquérito

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Ex-ministro da Educação foi preso na quarta-feira (22) e solto por habeas corpus na quinta (23)
Valter Campanato/Agência Brasil – 29/11/2021

Ex-ministro da Educação foi preso na quarta-feira (22) e solto por habeas corpus na quinta (23)

A defesa do  ex-ministro da Educação Milton Ribeiro pediu nesta terça-feira que o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheça como ilícito um áudio no qual o antigo titular do MEC disse atender a um pedido do  presidente Jair Bolsonaro (PL) ao priorizar prefeituras de amigos de pastores evangélicos na liberação de verbas da pasta.

O pedido foi encaminhado à ministra Cármen Lúcia, relatora do inquérito que tramita no STF contra Ribeiro. Mesmo com o recesso da Corte, a ministra segue despachando em relação aos inquéritos, às ações penais e às petições criminais.

A gravação deu origem à investigação que culminou com a prisão de Ribeiro há duas semanas. Segundo os advogados, o áudio é uma prova ilícita “com propósito de vazamento à mídia”. Por isso, pedem que toda a apuração seja anulada.

O ex-ministro da Educação disse, em uma conversa gravada, que prioriza a liberação de verbas prefeituras cujos pedidos foram negociados por dois pastores, segundo reportagem publicada pelo jornal “Folha de S.Paulo”. No áudio, o ministro afirmou que atendeu a uma solicitação do presidente Jair Bolsonaro. Sem cargos públicos, os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura atuam como assessores informais do Ministério da Educação, intermediando reuniões com gestores municipais, conforme revelou o jornal “O Estado de S. Paulo”.

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Foi com base nesses áudios que o procurador-geral da República, Augusto Aras, decidiu pedir ao Supremo a abertura de um inquérito para apurar suspeitas de crimes envolvendo Ribeiro na liberação de verbas para prefeituras indicadas por dois pastores com trânsito no ministério.

Além de Milton Ribeiro, que foi exonerado do MEC em 28 de março, também são alvo do inquérito que tramita no STF os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura.

No pedido de abertura de inquérito, a PGR apontou que a posição ocupada por Milton Ribeiro naquela época lhe dava a possibilidade de direcionar a alocação de recursos do Fundo de Desenvolvimento Nacional da Educação (FNDE) em determinado município, o que permitiria o favorecimento a aliados.

O pedido de investigação cita “a existência de uma uma potencial contrapartida à prioridade concedida na liberação dessas verbas” em troca da construção de igrejas nos municípios, o que poderia caracterizar os potenciais crimes.

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Fonte: IG Política

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