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Economia

Capital paulista fecha 2020 com mais de 50 mil imóveis novos vendidos

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O número de unidades habitacionais residenciais novas vendidas no ano passado na capital paulista foi de 51.417, o que representa 4,5% a mais do que o registrado em 2019, quando foram comercializados 49.224 imóveis.

Segundo o Balanço do Mercado Imobiliário 2020, divulgado nesta quarta-feira (10) pelo Secovi-SP, os imóveis mais procurados foram os de dois dormitórios, com área útil de 35 metros quadrados (m²) a 45 m² e preços de até R$ 240 mil.

“Com esse saldo positivo, 2020 surpreendeu e superou as expectativas mais positivas para um ano repleto de adversidades, ocasionadas pela pandemia do novo coronavírus, que em março impactou os negócios do setor. Em maio, porém, teve início a retomada, impulsionada principalmente pela oferta de produtos aderentes à demanda e pela menor taxa de juros da história do país”, diz o sindicato, que reúne empresas de compra, venda, locação e administração de imóveis.

Conforme o balanço, os lançamentos totalizaram 59.978 unidades na cidade de São Paulo. O maior movimento foi no quarto trimestre, com o lançamento de 33,5 mil unidades. O balanço aponta ainda crescimento na oferta final de imóveis (unidades lançadas, mas ainda não comercializadas), com o mês de dezembro fechando com 46.948 unidades disponíveis para venda.

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Segundo o Secovi-SP, a previsão para o mercado imobiliário neste ano é de crescimento em torno de 5% a 10% ante 2020. “Porém, para esse cenário se comprovar, a taxa de juros precisa permanecer em patamares baixos, o PIB [Produto Interno Bruto] deve voltar a crescer, e a inflação ficar sob controle”, diz a entidade.

Edição: Nádia Franco

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Economia

Dólar tem pequena queda e fecha a R$ 5,42

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O dólar teve pequena queda e a bolsa de valores fechou com leve alta num dia de recuperação de recentes perdas. Declarações sobre o futuro dos juros nos Estados Unidos e a expectativa em torno da votação de medidas fiscais e de privatizações no Brasil influenciaram os mercados nesta quarta-feira (24).

A moeda norte-americana recuou pelo segundo dia consecutivo. O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,421, com queda de R$ 0,021 (-0,39%). Na mínima do dia, por volta das 10h, a divisa chegou a cair para R$ 5,39, mas aproximou-se da estabilidade durante a tarde.

No mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 115.668 pontos, com alta de 0,38%. Durante a manhã, o indicador chegou a operar em baixa, mas recuperou-se a partir do meio-dia, até fechar com pequena valorização. As ações da Petrobras, as mais negociadas, subiram 1,28% (papéis ordinários, com voto em assembleia de acionistas) e 1,41% (preferenciais, com preferência na distribuição de dividendos).

No Brasil, o envio da medida provisória da privatização da Eletrobras e as negociações em torno da renovação do auxílio emergencial influenciaram as negociações.

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No exterior, a declaração do presidente do Federal Reserve (FED, Banco Central norte-americano), Jerome Powell, de que os juros nos Estados Unidos permanecerão baixos fez o dólar cair perante as principais moedas de países emergentes. Em discurso ontem (23), ele declarou que a autoridade monetária norte-americana continuará a comprar títulos para estimular a economia, em meio à pandemia do novo coronavírus.

* Com informações da Reuters

Edição: Aline Leal

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