conecte-se conosco

POLÍTICA

Câmara aprova pacote anticrime sem as principais propostas de Moro

Publicado

source
Sergio Moro arrow-options
Marcos Corrêa/PR

Moro não quis comentar derrota do pacote anticrime na Câmara

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (4), após 10 meses de negociação, o texto-base do pacote anticrime do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro . A proposta avançou sem contar com os principais pontos defendidos pelo ex-juiz: a prisão após condenação em segunda instância , o excludente de ilicitude e o ‘plea-bargain’, quando acusados confessam crimes em troca de uma pena menor. Considerado a principal bandeira da bancada lavajatista, a votação foi uma derrota tanto para esse grupo quanto para Moro.

O placar foi 408 votos a favor, 9 contra, e 2 abstenções. Neste momento, os deputados estão analisando o destaque ao texto apresentado pelo Novo.

Nos últimos dois meses, o Moro participou de almoços e jantares com bancadas e líderes na Casa para tentar de convencer os parlamentares a aprovarem o texto original. Nesta terça, em um último esforço de reverter uma derrota que já era prevista, ele se reuniu deputados do chamado Centrão, formado por DEM, PP, PL, Solidariedade e Republicanos. As tentativas de Moro e de seus apoiadores, no entanto, não surtiram efeito.

Leia mais:  PF faz buscas contra alvos ligados a Renan Calheiros, Braga e mais senadores

Leia também: “Estou casado com Mourão e sem amante”, diz Bolsonaro sobre Moro vice em 2022

Os deputados ainda aceitaram permitir que agentes da Segurança Pública infiltrados possam produzir provas que levem à prisão de suspeitos desde que existe uma operação em curso. Na prática, um policial disfarçado poderá, por exemplo, tentar comprar drogas de um traficante investigado e usar a ação para provar o crime.

Vendo que o projeto seria desidratado, Moro não quis comentar sobre a negociação e saiu do Congresso antes do resultado final da votação.

Comentários Facebook
publicidade

POLÍTICA

Feliciano chama Bebianno de político Big Brother, que rebate: “Explorador de fé”

Publicado

por

source
Marco Feliciano (sem partido) e Gustavo Bebianno (PSDB) arrow-options
Montagem

Marco Feliciano (sem partido) e Gustavo Bebianno (PSDB)

O pastor e deputado federal, Marco Feliciano (sem partido), chamou o ex-Secretário-Geral Gustavo Bebianno (PSDB) de “político Big Brother”, na noite deste domingo (26).

Leia também: Passageiro “desaparece” em corrida e mensagem desesperada de motorista viraliza

O comentário de Feliciano, que é defensor de Bolsonaro, ocorreu após o tucano ter criticado o presidente pela forma que tratou o ministro Sérgio Moro nos últimos dias — com a possibilidade de separar o Ministério da Justiça e Segurança Pública. 

Bebianno rebateu ao comentário, afirmando que o pastor “é daqueles que exploram a fé alheia e misturam religião com política, apenas para se locupletar (enriquecer)”, disse ao colunista Chico Alves do UOL , nesta segunda-feira (27).

Bebianno foi demitido do governo Bolsonaro logo no início do ano passado, em fevereiro de 2019, participando da gestão por menos de dois meses. Após sair de seu cargo, ele passou a ter um posicionamento crítico ao presidente, desagradando à base bolsonarista, da qual Feliciano faz parte. 

Leia mais:  ‘Mamãe Falei’ deve definir novo partido até fim de janeiro

“Ele é político BigBrother. Começou achando que era o dono do pedaço, surtou com a fama, fez intriga com meio mundo, foi descoberto e mandado para fora da casa. Depois de um tempo, ninguém mais sabe quem é! Oh, vida cruel!”, publicou Marco Feliciano em sua conta de Twitter.

Leia também: Adolescente morre e outros quatro são internados após beberem “loló”

“Pastor Feliciano é aquele petista de carteirinha que vivia adulando a presidente Dilma, e que agora bajula os Bolsonaro? Aquele que buscou a aprovação do projeto da ‘cura gay’?”, afirmou Bebianno. “Vive envolvido em escândalos grotescos, tal como o tratamento odontológico de R$ 157 mil com dinheiro público e aquela história enrolada com a Patrícia Lelis”.

Leia mais:  PF faz buscas contra alvos ligados a Renan Calheiros, Braga e mais senadores

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana