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Economia

Caixa abre 771 agências hoje para pagar auxílio emergencial

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A Caixa Econômica Federal abre hoje (21) 771 agências para o pagamento do auxílio emergencial a 7,4 milhões de beneficiários dos ciclos 3 e 4 nascidos em abril e maio. O atendimento será das 8h ao meio-dia.

Ao todo, foram creditados R$ 6,1 bilhões para esse público. Desse total, R$ 2,7 bilhões são referentes às parcelas do auxílio emergencial, de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras).

O restante, R$ 3,4 bilhões, corresponde às parcelas do auxílio emergencial extensão, de R$ 300 (R$ 600 para mães solteiras).

A lista das agências está disponível no endereço. Não é preciso chegar antes do horário de abertura. Em comunicado, a Caixa esclareceu que todas as pessoas que procurarem as agências dentro do período de funcionamento serão atendidas.

Além do saque, será possível transferir de forma gratuita os valores, por meio do aplicativo Caixa Tem, para outra conta, seja da Caixa ou de outras instituições financeiras.

Beneficiários

Do total de beneficiários, 3,6 milhões de pessoas nasceram em abril e 3,8 milhões, em maio. Entre os beneficiários do ciclo 3, o dinheiro havia sido depositado na conta poupança digital em 9 de outubro, para os nascidos em abril, e em 11 de outubro, para os nascidos em maio.

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No ciclo 4, os depósitos na poupança digital haviam sido feitos em 6 de novembro, para os nascidos em abril, e em 8 de novembro, para os nascidos em maio.

Desde então, os recursos podiam ser movimentados apenas por meio do Caixa Tem, que permite compras por cartão de débito virtual, compras por QR Code (versão avançada do código de barras) em estabelecimentos parceiros e o pagamento de boletos e de contas residenciais.

Somados aos pagamentos deste sábado, o auxílio emergencial alcançará 67,8 milhões de brasileiros, num montante de R$ 258,2 bilhões.

Edição: Kleber Sampaio

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Economia

PIB paulista cresce 1,6% no 3º trimestre e cai no acumulado do ano

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O Produto Interno Bruto (PIB) do estado de São Paulo cresceu 1,6% no terceiro trimestre (de julho a setembro), na comparação com o mesmo período do ano passado, informou nesta segunda-feira (30) a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade). No segundo trimestre (abril a junho), houve queda de 7,6% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.

No acumulado de 12 meses houve queda de 0,7% e, no acumulado de 2020, em relação ao mesmo período do ano anterior, a retração foi de 1,7%. No mês de setembro, o PIB do estado cresceu 1,2% em relação a agosto, descontada a sazonalidade, e 3,1% na comparação com setembro de 2019.

Em relação ao segundo trimestre deste ano, o PIB cresceu 9,4% no terceiro trimestre, feito o ajuste sazonal, depois de uma queda de 6,8% no segundo comparado ao primeiro. O primeiro semestre do ano também havia apresentado redução de 1,3% em relação ao anterior.

A Fundação Seade avalia que, em termos gerais, ficou caracterizada uma recuperação da economia paulista, após a queda acentuada em março e abril, período que coincide com o início da pandemia do novo coronavírus no Brasil.

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Projeções

A entidade estima que o PIB paulista deve fechar o ano com retração entre 1,1% e 0,1%, com queda média de 0,6%. Para 2021, as projeções indicam que a economia paulista pode crescer 4,9%, com variação entre 4,3% e 5,6%.

Entre os fatores de incerteza no cenário atual para a economia paulista, apontados pela fundação, estão o crescimento de casos e óbitos de covid-19 no Brasil, que pode impor recuos na flexibilização das medidas restritivas; a redução do auxílio emergencial, que deve contribuir para a retração do consumo e causar impacto nas atividades associadas ao comércio e serviços pessoais; o recrudescimento da inflação; e a taxa de desocupação em setembro no estado, que ficou em 14,5%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Sobre os recuos de medidas em relação à covid-19, o governo estadual paulista anunciou hoje (30) a regressão de todo o estado para a Fase Amarela do Plano São Paulo. A reclassificação acontece devido ao aumento das taxas de transmissão da doença e das internações no estado. 

Além disso, a Fundação Seade inclui como fator de incerteza o aumento do endividamento público, cujo patamar deve se aproximar de 100% do PIB no curto prazo. “Isso dificulta a manutenção dos gastos públicos e pressiona a política monetária, pelo lado da rolagem da dívida mobiliária, como também embute riscos consideráveis de ampliação do chamado risco Brasil, afetando negativamente a entrada de capital estrangeiro”, disse a entidade.

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Edição: Graça Adjuto

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