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Caetano Veloso processa cantora que divulgou vídeo fake sobre ele na web

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O primeiro dia últil do ano começou com um vídeo em que Caetano Veloso, Maria Bethânia, Regina Casé, Mart’Nália e outros artistas, além de familiares, aparecem felizes e dançando durante uma festa na Bahia, como se estivessem comemorando o último réveillon.

Entretanto, o registro é de 2019. A repercussão do caso irritou Caetano, que decidiu processar a cantora Nayat Jordan pela divulgação da fake new s.

O advogado do cantor, Caio Mariano, notificou a cantora pelo próprio Facebook, onde o vídeo foi postado e compartilhado por seguidores de Nayat.

“A postagem possui o mero intuito de atribuir, ao artista e aos demais, a prática de ato irresponsável e lesivo à saúde coletiva, confundindo assim a opinião pública sobre a sua conduta e responsabilidade. Solicito ainda seja formalizado pedido de retratação e de desculpas, em postagem propria, esclarecendo sobre a falsidsde das informações postadas na publicação que se exige remoção, cujo único intento é o de macular a honra e a imagem de Caetano Veloso”, iniciou o defensor.

“Na hipótese de não atendimento à presente solicitação, tomaremos todas as medidas judiciais cabíveis para reparação de danos materiais e morais causados. Certo de sua compreensão quanto a urgência e gravidade da sua postagem, aguardo remoção”, continuou ele.

Até a publicação deste post Nayat não havia removido o vídeo ou respondido pela sua divulgação. De acordo com Paula Lavigne, mulher e empresária de Caetano, ele e a irmã ficaram perplexos com a notícia: “Estamos todos trancados, Bethânia na casa dela. Quem dera houvesse uma cura e um samba pra gente dançar”.

Confira a nota do advogado na íntegra

“Prezada Nayat Jordan,

Na qualidade de advogado de Caetano Veloso e familiares, venho por meio desta solicitar a imediata remoção da postagem realizada através do link Referida postagem afirma falsamente que o artista, amigos e familiares estariam aglomerando socialmente em plena pandemia, atribuindo a estes a prática irresponsável e criminosa de aglomeração social em tempos de pandemia ocasionada pela Covid-19. Tal pratica é totalmente repudiada por todos aqueles filmados no referido vídeo, que se trata de registro de um evento familiar ocorrido no ano de 2019.

A postagem possui o mero intuito de atribuir, ao artista e aos demais, a prática de ato irresponsável e lesivo à saúde coletiva, confundindo assim a opinião pública sobre a sua conduta e responsabilidade. Solicito ainda seja formalizado pedido de retratação e de desculpas, em postagem propria, esclarecendo sobre a falsidsde das informações postadas na publicação que se exige remoção, cujo único intento é o de macular a honra e a imagem de Caetano Veloso.

Na hipótese de não atendimento à presente solicitação, tomaremos todas as medidas judiciais cabíveis para reparação de danos materiais e morais causados. Certo de sua compreensão quanto a urgência e gravidade da sua postagem, aguardo remoção.

Cordialmente, Caio Mariano (OAB-BA 18.169)”.

Fonte: IG GENTE

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Ludmilla compartilha crítica sobre lockdown e apaga após ser criticada

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Ludmilla
Instagram/Reprodução

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Ludmilla movimentou a internet nesta sexta-feira (5), após compartilhar uma crítica ao lockdown decretado no Rio de Janeiro, onde a cantora reside com a família. A publicação da funkeira questiona se pessoas de serviços considerados não essenciais continuarão frequentando serviços essenciais. “Vidas importam e os trabalhos também”, diz um trecho do texto, que foi apagado minutos depois da publicação ir ao ar. Mas os internautas tiraram print e desde então a cantora vem sendo muito criticada por conta da postagem.

O texto publicado por Ludmilla, que é originalmente do especialista em sobrancelhas, Rafa Paixão, dizia o seguinte: “Será que o dono da academia (não essencial) continuará indo ao supermercado (essencial)? Será que o dono da loja de vestuários (não essencial) continuará indo ao posto de combustível (essencial)? Será que a dona do bar (não essencial) continuará indo à loja de material de construção (essencial)? Será que a filha do músico (não essencial) continuará naquele colégio (essencial)? Será que a dona Maria, garçonete (não essencial), pagará o IPTU (essencial)? Será que o vendedor ambulante (não essencial) pagará o aluguel (essencial)? Será que o artesão (não essencial) pagará a conta de água, luz (essencial)? Será que o que está sendo considerado não essencial, realmente não é mesmo essencial? Tudo é essencial. Vidas importam e os trabalhos também”.

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Fonte: IG GENTE

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