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POLÍTICA

Bruno Covas volta à quimioterapia após ter novo nódulo no fígado diagnosticado

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Prefeito Bruno Covas (PSDB) durante discurso de possa para início de segundo mandato
Reprodução/YouTube/Câmara de São Paulo

Prefeito Bruno Covas (PSDB) durante discurso de possa para início de segundo mandato

O prefeito de São Paulo , Bruno Covas (PSDB), teve diagnosticado, nesta quarta-feira (17) um novo nódulo no fígado e foi internado para tratamento.

De acordo com o comunicado emitido pela equipe médica do político, ele foi internado no Hospital Sírio-Libanês na terça (16) para realizar exames de controle, quando foi também o surgimento de um novo nódulo no fígado, “cuja presença enseja ajuste no tratamento”.

Ainda de acordo com o comunicado, “os exames de imagem realizados nesta 4ª feira, 17/02, evidenciaram o sucesso da radioterapia no controle dos linfonodos, levando ao estômago” e que a imunoterapia será interrompida para o início da quimioterapia.

Segundo o hospital, inicialmente estão prescritas em quatro horas, com intervalos de 14 dias entre cada uma e, ao fim ciclo, serão realizados novos exames. O prefeito Bruno Covas deve ficar internado até o próximo sábado.

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Comissão de Educação da Câmara pode ficar com deputados bolsonaristas

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Deputada federal Aline Sleutjes (PSL-PR)
Gustavo Sales/Câmara dos Deputados

Deputada federal Aline Sleutjes (PSL-PR)

Com o adiamento das definições dos presidentes das comissões da Câmara para a semana que vem , deputados bolsonaristas começaram a negociar para que eles sejam os escolhidos para o comando da comissão de Educação da Casa. A informação é do jornal Folha de S.Paulo

Os nomes mais fortes para assumir o órgão colegiado são os dos deputados Carlos Jordy (RJ) e Aline Sleutjes (PR). Os dois são da ala bolsonarista do PSL e têm forte apelo nos posicionamentos ideológicas de apreço do governo Jair Bolsonaro (sem partido), sendo alguns dos principais aliados do presidente na Câmara .

Sleutjes ainda é investigada no inquérito que apura financiamento a atos antidemocráticos, que é conduzido sob relatoria do ministro Alexandre de Moares, do Supremo Tribunal Federal (STF). A definição é prevista para os próximos dias.

Desde o início das negociações, o grupo bolsonarista da legenda manteve como alvo principal a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), considerada a mais importante da Câmara. Já é quase certo que a CCJ fica com a deputada bolsonarista Bia Kicis  (PSL-DF), também investigada no inquérito que apura atos antidemocráticos e ​​no das fake news.

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No caso da Comissão de Educação, no entanto, ela também é considerada estratégica para o grupo. Assim como Bolsonaro, seus apoiadores veem o tema como o campo de batalha para pautas ideológicas no governo, que guarda pouca conexão com os problemas reais do Brasil.

O objetivo da conquista do comando da comissão seria a suposta proeminência da esquerda no setor e o fortalecimento de pautas de fundo religioso.

Nas últimas semanas, a comissão de Educação chegou a ser prometida para o DEM durante negociações tocadas pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). A legenda ainda mantém articulação para ficar com o colegiado.

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