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POLÍTICA

Bruno Covas recebe alta médica e deixa hospital após 23 dias

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Reprodução / TV Globo

O prefeito de São Paulo Bruno Covas (PSDB) em entrevista no Hospital Sírio Libanês.

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), teve alta médica nesta quinta-feira (14), após 23 dias de internação no Hospital Sírio Libanês.

Ao G1, o médico David Uip, responsável pelo tratamento do prefeito, disse que a orientação é que Covas repouse em casa, na medida do possível, e que retome na segunda-feira (18) para a prefeitura. A aparição pública de Covas, no entanto, será limitada devido às condições de saúde. “Mas será rotina normal”, disse o médico.

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O prefeito chegou ao hospital em 23 de outubro com erisipela , um tipo de infecção na perna, que evoluiu para uma trombose venosa profunda, que acontece quando coágulos são formados. Os coágulos subiram para o pulmão, gerando uma embolia . Um dos coágulos foi encontrado no coração de Covas, mas exames recentes mostram redução.

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Um câncer na cárdia, área localizada entre o esôfago e o estômago, foi encontrado pelos médicos durante exames para localizar os coágulos. Covas foi submetido a duas sessões de quimioterapia. A última delas acabou na tarde desta quarta (13) e cada sessão durou 30 horas. 

O médico informou, ainda, que o prefeito reagiu bem às sessões de quimioterapia , sem efeitos colaterais. 

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Deputado quer que professores e médicos usem armas durante serviço

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Na justificativa do projeto, Knoploch cita dois artigos do Código penal que legislam sobre a legítima defesa e o Excludente de ilicitude


O deputado Alexandre Knoploch (PSL) protocolou, nesta quinta-feira (14), um projeto de lei que, se aprovado, concede direito a porte de arma funcional a professores e médicos concursados da rede pública estadual. Segundo a proposta, o profissional teria que declarar a necessidade do uso da arma e caberia as secretarias de Saúde e Educação realizar convênios com as autoridades policiais para o treinamento dos médicos e professores.


Na justificativa do projeto, Knoploch cita dois artigos do Código penal que legislam sobre a legítima defesa e o Excludente de ilicitude. Ao longo do texto o deputado ainda cita o depoimento de dois professores da rede pública. Um do Rio e outro da cidade de Lins, interior de São Paulo, que sofreram agressões de alunos.

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“Diante de evidências das agressões que acometem essas duas classes profissionais tão relevantes é que esse Projeto autoriza que esses bravos profissionais possam ter porte de arma em seus locais de trabalho, com o único intuito de legítima defesa, jamais de ataque “, diz Knoploch no projeto, pedindo em seguida a provação desta “imortante matéria” para o Rio.

O projeto agora precisa ser avaliado por cinco comissões dentro da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), entre elas pela Constituição e Justiça.

Para o advogado Antônio Galvão, presidente da Comissão Especial para Estudos Sobre Legislação do Porte de Armas da OAB- Rio, o projeto é inconstitucional porque apenas a União pode legislar sobre o tema.

“O artigo 22 da Constituição diz que apenas a União pode legislar sobre normas que envolvam material bélico. O estado não pode autorizar outras categorias a ter o porte de armas”.

A antropóloga e professora do Departamento de Segurança Pública da Universidade Federal Fluminense (UFF) Jacqueline Muniz também critica a proposta.

“Este projeto frágil se trata de um oportunismo de mercado , um marketing pessoal em buscas de doações para a próxima campanha. Não é uma projeto para contribuir com a segurança”, afirma.

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Procurado, o deputado Alexandre Knoploch não respondeu o contato da reportagem.

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