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Bruno Covas é diagnosticado com câncer e  terá que passar por quimioterapia

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Rovena Rosa/Agência Brasil

Bruno Covas foi diagnosticado com câncer e terá que passar por quimioterapia

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), foi diagnosticado com câncer na cárdia , transição entre o estômago e esôfago, e terá que ser submetido a quimioterapia. O novo diagnóstico sobre a doença do tucano foi divulgado nesta segunda-feira (28) em coletiva de imprensa no Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista.

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Além do tumor maligno, o médico Artur Katz, durante a coletiva, afirmou que há uma metástase única no fígado . Apesar da gravidade, Bruno Covas não deve se afastar do cargo a princípio. De acordo com os médicos, ele quer seguir no comando da capital paulista “enquanto possível” e só sair “se precisar”.

De acordo com outro médico, o doutor Raul Cutait, “o fato de não ter lesão no peritônio (membrana que reveste as paredes da cavidade abdominal e recobre órgãos abdominais e pélvicos) é uma boa notícia”. Katz salientou ainda que a doença foi traiçoeira, já que não havia nenhum sintoma e só foi descoberta após exame que revelou uma trombose.

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“Não existe um ranking de agressivo ou não para tumores. Podemos dizer que a doença foi algo traiçoeira. Não trouxe nenhum sintoma local. A primeira manifestação foi a trombose. Do ponto de vista sistêmico, a doença está localizada”, disse. “Nunca vi um diagnóstico tão precoce”, revelou o infectologista David Uip.

Segundo o oncologista do Sírio Libanês, Túlio Pfifer, as sessões de quimioterapia, com três tipos de medicamentos, começarão em breve e que em um período de seis a oito semanas será feita uma nova avaliação para descobrir se o tratamento quimioterápico fez efeito ou não.

A equipe que acompanha Bruno Covas negou que a doença tenha a ver com a do avô, o ex-governador de São Paulo Mário Covas, que morreu em decorrência de um câncer na bexiga em 2011. “O câncer do Mário Covas foi um câncer de bexiga, não tem nada a ver com o que está acontecendo hoje”, ressaltou Uip.

O prefeito paulistano  deu entrada no hospital n a última quarta-feira (23)  para o tratamento de uma erisipela. Na sexta-feira, foi diagnosticado com trombose venosa das veias fibulares. Exames subsequentes diagnosticaram tromboembolismo pulmonar. Já outro exame realizado neste domingo (27) identificou a existência de tumor no trato digestivo , que foi revelado ser maligno.

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Bruno Covas , segundo o secretário de Justiça de São Paulo, Rubens Rizek, seguirá despachando por meio de assinatura eletrônica, como fez nesta segunda-feira. Caso ele seja afastado do cargo, quem assume é o vereador Eduardo Tuma (PSDB), presidente da Câmara Municipal de São Paulo. Covas está no cargo desde abril de 2018, quando o então prefeito João Doria (PSDB) rompeu promessa de campanha e renunciou para disputar a eleição ao governo do estado.

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Queiroga deve ser o primeiro ouvido pela CPI da Covid, diz senador

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Senador Humberto Costa (PT-PE)
Agência Brasil

Senador Humberto Costa (PT-PE)

Humberto Costa (PT-PE), um dos senadores indicados para compor a CPI da Covid, disse em entrevista à CNN Brasil que o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, deve ser o primeiro convidado a prestar esclarecimentos sobre as ações do governo federal durante a pandemia. 

Segundo o senador da oposição, a escolha pelo atual titular da Saúde se dá pelo motivo de que a CPI, em um primeiro momento, deve buscar respostas sobre as medidas de combate à Covid-19 que devem ser adotadas imediatamente.

“Acho que o primeiro convidado deve ser o próprio ministro da Saúde, para que ele possa nos dizer o que o governo pretende fazer daqui para frente para o controle da pandemia, como eles estão enfrentando e procurando resolver os problemas emergenciais, como a escassez de vacinas, como a crise de abastecimento de medicamentos para procedimentos complexos como as entubações. A CPI tem que exercer o papel de investigar, mas também exercer o papel para que o governo cumpra a sua missão, e nós vamos cobrar”, afirmou o senador, que foi ministro da Saúde por pouco mais de dois anos durante o primeiro mandato do governo Lula.

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O senador disse que a CPI deve começar o “mais urgente possível” e que a agilidade para o início dos trabalhos deveria ser um interesse também do governo federal, já que a investigação pode se alongar até próximo das eleições de 2022.

“Defendo que a CPI comece de imediato, temos que apresentar a proposta de um funcionamento misto, ouvir pessoas, fazer reuniões onde tenhamos um debate mais conceitual, ouvindo cientistas e professores, pode ser feito de forma remota. As audiências onde vamos escutar testemunhas e debater quebra de sigilos ou acesso a documentos sigilosos, essa podemos fazer de modo presencial ou semi presencial, um pouco mais para frente, dentro de 1 mês e meio, quando melhorar a situação da pandemia”, afirmou Costa. 

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