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Bruno Covas busca alianças de partidos para as eleições de 2020 em São Paulo

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Divulgação/Facebook Bruno Covas

Bruno Covas busca alianças para a reeleição


O atual prefeito de São Paulo Bruno Covas pretende buscar a reeleição em 2020. Nos bastidores, o político do PSDB já articula alianças com outros partidos e busca um nome forte para compor chapa no ano que vem.

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Com boa relação com o Republicanos, Bruno Covas tenta convencer o deputado federal Celso Russomano a ser seu vice em 2020. O parlamentar – terceiro mais votado em 2018 – já foi candidato a prefeito de São Paulo nas duas últimas eleições, mas não conseguiu avançar para segundo turno. 

Covas também tem conversas adiantadas com o DEM, Cidadania e MDB. A ideia do PSDB é ter o atual prefeito como um candidato de centro em uma eleição que, assim como foi a para presidente, promete ser polarizada, com candidatos de direita buscando a prefeitura da maior capital brasileira e os já tradicionais de esquerda.

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Ainda que evite falar em reeleição, o prefeito de São Paulo é o único nome de consenso no PSDB , que pretende continuar à frente da capital. Bruno Covas foi eleito vice-prefeito de João Doria em 2016 e assumiu em 2018, depois que o tucano deixou a cadeira para se candidatar a governador.

Diagnosticado com câncer, Bruno Covas está despachando do hospital e deve receber alta ainda nesta semana. Segundo boletim médico do Hospital Sírio-Libanês, o prefeito reagiu bem ao tratamento de quimioterapia e teve a tromboembolia controlada.

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“Vou tomar por último, tem muita gente apavorada”, diz Bolsonaro sobre vacina

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Presidente Jair Bolsonaro
Foto: Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro

Na sexta-feira (16), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que não pretende tomar a vacina da Covid-19 agora. Em conversa com apoiadores que o esperavam em frente ao Palácio da Alvorada, o presidente justificou que a decisão é pelo fato de ter “muita gente apavorada” esperando pela vacina.

“O que acontece, tem muita gente apavorada aí aguardando a vacina, então deixa as pessoas tomarem na minha frente. Vou tomar por último. Eu acho que essa é uma atitude louvável. Porque tem gente que não sai de casa, está apavorado dentro de casa”, disse Bolsonaro. O presidente chegou a se queixar que a imprensa teria criticado a sua decisão de se vacinar por último. “Em vez da imprensa me elogiar, me critica”, afirmou.

Bolsonaro está apto a receber a vacina no Distrito Federal desde o dia 3 de abril. Antes, ele explicava que não ia se vacinar porque já teria contraído o vírus em julho do ano passado.

De acordo com dados do consórcio de veículos de imprensa da quinta-feira (15), 25.460.098 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19. O número representa 12,02% da população brasileira. A segunda dose já foi aplicada em 8.558.567 pessoas (4,04% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal.

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