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Bruno Augusto vai até o Ministério da Saúde pedir o credenciamento da UTI

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No final do ano passado muito se ouviu falar que a Unidade de Terapia Intensiva de Frutal estava concluída e pronta para começar a funcionar. Infelizmente, isso está muito longe de ser verdade.
O prédio construído há mais de quatro anos apresenta uma série de problemas estruturais que vão desde os tetos serem de gesso, algo que não é permitido, até a falta de hidrômetros e de um plano de prevenção e combate a incêndios.
Por conta de todos esses problemas, até hoje nenhum gestor municipal havia ido até o Ministério da Saúde em Brasília para pedir o credenciamento da UTI para que ela, enfim, comece realmente a funcionar e a salvar vidas dos moradores da nossa região.
A ausência de um pedido oficial de credenciamento da UTI só foi descoberta porque o prefeito Bruno Augusto foi até o Ministério da Saúde nessa sexta-feira, dia 05 de março participar de uma audiência com servidores da pasta.
De acordo com Bruno Augusto ele ficou surpreso ao saber que jamais haviam pedido o credenciamento que é um passo fundamental para que a UTI comece a funcionar. “Eu não gosto de ficar falando de passado, mas isso é só mais uma demonstração de como o povo frutalense foi enganado e iludido pelas gestões passadas. Do que adianta ter prédio, aparelho e nunca ter corrido atrás da autorização do Ministério para funcionar?”, indagou o prefeito de Frutal.
Bruno disse que sua viagem até Brasília também foi para buscar recursos para que o prédio da UTI passe pelas adequações necessárias para só então ser vistoriado por servidores da Anvisa. “Vamos começar essas reformas e adaptações o quanto antes, para que o local esteja apto para funcionar e atender pacientes de toda microrregião. Lembrando que essa UTI não será de Frutal, ela atenderá pessoas de outras dez cidades da região”.
Por: Prefeitura de Frutal

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CIÊNCIA E SAÚDE

Vacina da Fiocruz Minas e UFMG avança em testes de laboratório

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Um estudo para o desenvolvimento de uma vacina contra a covid-19 pelo Instituto René Rachou (Fiocruz Minas) e pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) concluiu, com “resultados bastante animadores”, a etapa de prova de conceito, informou ontem (12) a Agência Fiocruz. Tal etapa faz parte dos estudos pré-clínicos, em laboratório, e indica se a vacina tem potencial para produzir resposta imune e proteção contra a doença.

Cientistas do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Vacinas (INCTV) da Fiocruz Minas e do Centro de Tecnologia em Vacinas da UFMG trabalham no desenvolvimento deste imunizante, desde março de 2020. Segundo os pesquisadores, a vacina não apenas protegeu os camundongos usados na prova de conceito, como também evitou qualquer manifestação clínica da doença.

A pesquisa agora seguirá nos estudos pré-clínicos, com testes em macacos, considerados fundamentais para que se possa avançar em direção aos testes clínicos, em humanos. Nos primatas não-humanos, os pesquisadores vão investigar se a resposta imune causada pela vacina tem capacidade de produzir anticorpos contra o novo coronavírus.

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O início dos testes em humanos pode ocorrer ainda neste ano, segundo os pesquisadores responsáveis pelo estudo. Porém, essa etapa requer a produção de um lote piloto da vacina dentro de rigorosos critérios de boas práticas e controle de qualidade, o que exigirá maior volume de recursos financeiros.

O pesquisador Ricardo Gazzinelli, coordenador do INCTV, explica que a plataforma tecnológica usada na vacina consiste na combinação de duas proteínas, entre elas a proteína S, utilizada pelo novo coronavírus para invadir as células do hospedeiro. Essas proteínas são combinadas em uma proteína “quimera”, que obteve os resultados positivos na prova de conceito.

Por: Agência Brasil

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