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Bolsonaro quis saber se príncipe era gay pouco antes de desistir dele como vice

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Facebook/ Luiz Philippe de Orleans e Bragança

O deputado federal Luiz Philippe (PSL-SP), príncipe de Orleans e Bragança.

Segundo depoimento, nesta quarta-feira (13), do deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP)  à coluna da jornalista Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo , o presidente Jair Bolsonaro desistiu de indicar o hoje deputado federal ‘ príncipe ‘ Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PSL-SP) como seu vice à Presidência após ter recebido fotos do príncipe e questionado se ele seria gay.

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Frota afirma que no mesmo dia em que foi anunciado a candidatura do general Hamilton Mourão como vice, ele teria recebido uma ligação de Bolsonaro pela manhã na qual o presidente explicou que o ‘príncipe’ não seria mais seu vice, pois “haviam mandado umas fotos do príncipe pra ele”.

“Nunca vi as fotos e não sei do que se tratam, apenas imagino”, diz Frota . Ele relata que após receber a notícia da mudança de vice, Bolsonaro questionou se ele “sabia se o príncipe era gay ou não”. Frota afirmou não saber.

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Ele conta que na mesma ligação Bolsonaro pediu o telefone do presidente do PRTB, Levy Fidelix, para poder combinar com ele a indicação de Mourão a vice. Frota explica que esse episódio ocorreu no dia da convenção do PSL e do PRTB. 

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Frota relata que na convenção do PSL, Bolsonaro não cumprimentou o príncipe que estava lá com amigos, fotógrafos e a corte para ser anunciado como vice – o que não ocorreu. Horas depois, Hamilton Mourão foi anunciado como vice no evento do PRTB.

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Deputado quer que professores e médicos usem armas durante serviço

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Na justificativa do projeto, Knoploch cita dois artigos do Código penal que legislam sobre a legítima defesa e o Excludente de ilicitude


O deputado Alexandre Knoploch (PSL) protocolou, nesta quinta-feira (14), um projeto de lei que, se aprovado, concede direito a porte de arma funcional a professores e médicos concursados da rede pública estadual. Segundo a proposta, o profissional teria que declarar a necessidade do uso da arma e caberia as secretarias de Saúde e Educação realizar convênios com as autoridades policiais para o treinamento dos médicos e professores.


Na justificativa do projeto, Knoploch cita dois artigos do Código penal que legislam sobre a legítima defesa e o Excludente de ilicitude. Ao longo do texto o deputado ainda cita o depoimento de dois professores da rede pública. Um do Rio e outro da cidade de Lins, interior de São Paulo, que sofreram agressões de alunos.

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“Diante de evidências das agressões que acometem essas duas classes profissionais tão relevantes é que esse Projeto autoriza que esses bravos profissionais possam ter porte de arma em seus locais de trabalho, com o único intuito de legítima defesa, jamais de ataque “, diz Knoploch no projeto, pedindo em seguida a provação desta “imortante matéria” para o Rio.

O projeto agora precisa ser avaliado por cinco comissões dentro da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), entre elas pela Constituição e Justiça.

Para o advogado Antônio Galvão, presidente da Comissão Especial para Estudos Sobre Legislação do Porte de Armas da OAB- Rio, o projeto é inconstitucional porque apenas a União pode legislar sobre o tema.

“O artigo 22 da Constituição diz que apenas a União pode legislar sobre normas que envolvam material bélico. O estado não pode autorizar outras categorias a ter o porte de armas”.

A antropóloga e professora do Departamento de Segurança Pública da Universidade Federal Fluminense (UFF) Jacqueline Muniz também critica a proposta.

“Este projeto frágil se trata de um oportunismo de mercado , um marketing pessoal em buscas de doações para a próxima campanha. Não é uma projeto para contribuir com a segurança”, afirma.

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Procurado, o deputado Alexandre Knoploch não respondeu o contato da reportagem.

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