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POLÍTICA

Bolsonaro quis saber se príncipe era gay pouco antes de desistir dele como vice

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Facebook/ Luiz Philippe de Orleans e Bragança

O deputado federal Luiz Philippe (PSL-SP), príncipe de Orleans e Bragança.

Segundo depoimento, nesta quarta-feira (13), do deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP)  à coluna da jornalista Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo , o presidente Jair Bolsonaro desistiu de indicar o hoje deputado federal ‘ príncipe ‘ Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PSL-SP) como seu vice à Presidência após ter recebido fotos do príncipe e questionado se ele seria gay.

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Frota afirma que no mesmo dia em que foi anunciado a candidatura do general Hamilton Mourão como vice, ele teria recebido uma ligação de Bolsonaro pela manhã na qual o presidente explicou que o ‘príncipe’ não seria mais seu vice, pois “haviam mandado umas fotos do príncipe pra ele”.

“Nunca vi as fotos e não sei do que se tratam, apenas imagino”, diz Frota . Ele relata que após receber a notícia da mudança de vice, Bolsonaro questionou se ele “sabia se o príncipe era gay ou não”. Frota afirmou não saber.

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Ele conta que na mesma ligação Bolsonaro pediu o telefone do presidente do PRTB, Levy Fidelix, para poder combinar com ele a indicação de Mourão a vice. Frota explica que esse episódio ocorreu no dia da convenção do PSL e do PRTB. 

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Frota relata que na convenção do PSL, Bolsonaro não cumprimentou o príncipe que estava lá com amigos, fotógrafos e a corte para ser anunciado como vice – o que não ocorreu. Horas depois, Hamilton Mourão foi anunciado como vice no evento do PRTB.

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POLÍTICA

Rodrigo Maia diz que pensão a solteiras ‘absurdo’ e cobra mudança no STF

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Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Maia cobrou que STF mude entendimento de lei sobre pensões

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse neste domingo (19) que vai continuar trabalhando para que o Supremo Tribunal Federal (STF) mude a interpretação da lei que garante o benefício para 194 filhas solteiras de ex-parlamentares e ex-servidores. Custo anual de R$ 30 milhões foi considerado um “absurdo” por Maia. O caso foi revelado pelo jornal O Estado de São Paulo e a situação que mais chama atenção é a da pesquisadora Helena Hirata, que mora há 49 anos em Paris e recebe R$ 16.881,50 por mês apenas por ser solteira e filha de ex-deputado.

Em uma auditoria do Tribunal de Contas da União de foram encontradas suspeitas de fraudes em 19 mil pensões para filhas solteiras. Os valores foram pagos em diversos órgãos da administração pública federal, não apenas do Legislativo. O tribunal alterou a interpretação da lei e obrigou que as pensionistas comprovassem a dependência do benefício para manterem o privilégio.

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“Depois da interpretação do Tribunal de Contas da União, o STF deu infelizmente decisão garantindo o direito adquirido. Todos os casos como esses mostrados são absurdos. Vamos continuar investigando, tomando as decisões e trabalhando para que o STF mude sua interpretação e tenha interpretação real daquilo que é o correto, para que não tenhamos privilégios e desperdícios desnecessários”, disse Maia.

As solteiras passaram a reivindicar ao Supremo a manutenção das remunerações. O ministro Edson Fachin suspendeu o acórdão do TCU e determinou a aplicação do entendimento original à lei, o que foi respaldado pela Segunda Turma da Corte. De forma reservada, um integrante do Supremo também classificou os pagamentos como “absurdo”.

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As pensões são garantidas por uma lei de 1958. Em 1990, outra legislação pôs fim aos pagamentos, mas quem havia adquirido o direito o manteve. Para não perdê-lo, basta permanecer solteira ou não ocupar cargo público permanente. Denúncias de fraudes não faltam. Em dezembro, por exemplo, uma mulher foi indiciada por estelionato pela Polícia Legislativa por ser casada e manter o benefício.

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