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POLÍTICA

Bolsonaro lamenta e diz que “a vida continua” após 200 mil mortes por Covid-19

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Live do presidente Jair Bolsonaro (sem partido)
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Live do presidente Jair Bolsonaro (sem partido)

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) lamentou nesta quinta-feira (7) a marca de 200 mil mortes registradas no Brasil por Covid-19 , doença causada pelo novo coronavíru s (Sars-CoV-2), mas disse que “a vida continua”. O comentário foi feito durante suas tradicionais lives nas redes sociais.

“A gente lamenta hoje que estamos batendo as 200 mil mortes, muitas destas mortes com Covid, outras de Covid. Não temos linha de corte no tocante a isso daí, mas a vida continua. A gente lamenta profundamente. Estou preocupado com a minha mãe, que tem 93 anos de idade. Se ela contrair o vírus, ela vai ter dificuldade pela sua idade. Mas temos que enfrentar isso aí. Não adianta apenas continuar como alguns querem continuar com aquela velha historia de ‘fica em casa economia a gente vê depois’… Isso não vai dar certo”, disse.

De acordo com Bolsonaro, caso medidas de fechamento de comércio sejam retomadas, o Brasil virará um “caos”. “Isso vai ser um caos no Brasil e pode nos levar a condições mais dramáticas ainda do que as consequências do vírus. Não podemos nos transformar num país de pobres, um país desempregado, um país sem PIB, um país endividado. Um país tão rico como o nosso, com a população sendo empobrecida por decisões de alguns”, emendou.

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Nesta quinta, o Brasil registrou o maior número de mortes desde o início da pandemia e ultrapassou a marca de 200 mil vidas perdidas pela Covid-19. A média móvel, que voltou a crescer, chegou a 792. O índice, em comparação com o registrado há 14 dias, teve alta de 11,2%.

Em números absolutos, o país registrou 1.841 óbitos em decorrência da Covid-19 e 94.517 novas infecções pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, segundo dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). No total, o Brasil já perdeu 200.498 vidas para a Covid-19 e computou 7.961.693 casos de infecção.

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POLÍTICA

Mandetta ironiza decisão do governo comprar vacinas: “Antes tarde do que nunca”

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Ex-ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM)
Reprodução: iG Minas Gerais

Ex-ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM)

Luiz Henrique Mandetta , ex-ministro da Saúde, demitido do cargo em abril de 2020, ironizou nesta quarta-feira (3) a situação do governo federal, que anunciou que irá adquirir doses das vacinas da Pfizer e da Jansen.

Seis meses depois de oferecer cerca de 70 milhões de doses de imunizantes, o governo federal deve, enfim, adquirir as vacinas da Pfizer contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2). A informação foi confirmada pelo ministro da saúde, Eduardo Pazuello.

Poucos minutos depois, Mandetta usou as redes sociais para ironizar a compra das vacinas, em um momento onde os resultados econômicos e referentes à pandemia são negativos.

Citando “recessão e falsos dilemas econômicos”, Mandetta se pronunciou. Confira o tuíte:

Desde que foi demitido da pasta, por discordâncias ideológicas com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Mandetta vem se manifestando contra ações governamentais. 

Na última terça, quando o Brasil registrou mais de 1700 mortes em decorrência da Covid-19 , o médico alertou que  “Se voltar tudo ao normal, acontece uma Manaus generalizada no Brasil”, e que a falta de ação do governo “não é solidário com as famílias”.

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