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POLÍTICA

Bolsonaro faz campanha para Lira e usa agenda pare receber deputados do centrão

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O Antagonista

Arthur Lira ao lado de Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) entrou oficialmente na campanha pela presidência da Câmara dos Deputados, como apoiador de Arthur Lira  (PP-AL) . Na manhã desta quarta-feira (13), Bolsonaro reservou a agenda para receber deputados do centrão – cujo Lira é líder – no Palácio do Planalto.

Segundo informações do portal UOL , Bolsonaro disse aos deputados do centrão que está preocupado com o adversário de Arthur Lira na disputa, o deputado federal Baleia Rossi (MDB-SP).

Recentemente o presidente da República pressiou e demonstrou ressentimento com os deputados da bancada ruralista por não terem manifestado apoio a Arthur Lira. Os ruralistas afirmam que no caso da eleição da mesa diretora não é possível votar como bancada, mas sim de acordo com as orientações dos partidos.

Os problemas com so ruralistas surgiram depois do presidente da FPA (Frente Parlamentar Agropecuária), deputado Alceu Moreira (MDB-RS), declarar apoio a Baleia Rossi (MDB-SP) no último domingo (10). Para reverter o quadro de desvantagem do seu candidato, Bolsonar recebeu os deputados  Capitão Wagner (PROS-CE), Paulo Bengston (PTB-PA) e Fred Costa (Patriota-MG), líder do partido.

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POLÍTICA

Auxiliares de Bolsonaro culpam Ernesto Araújo por clima ruim com China e Índia

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Ernesto Araújo, ministro das Relações Exteriores
Marcelo Carmargo/Agência Brasil

Ernesto Araújo, ministro das Relações Exteriores

O atraso na operação de envio de um avião para recolher vacinas na Índia  e a demora na liberação da exportação por parte da China dos insumos para a produção de vacinas no Brasil fez aliados do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) responsabilizarem o chanceler Ernesto Araújo por essas duas derrotas para o governo. A informação é do jornal Folha de S.Paulo .

Segundo essas pessoas próximas ao presidente, a área de relações exteriores, que é comandada por Ernesto, contribuiu para a derrota política de peso sofrida pelo Palácio do Planalto no fim de semana. O revés foi tão grande que permitiu que o governador de São Paulo João Doria, ficasse com todo o protagonismo do início da vacinação no Brasil.

O governo vinha tentando antecipar desde dezembro um lote de 2 milhões de doses da vacina de Oxford com a AstraZeneca produzidas no laboratório indiano Serum. O objetivo era que as doses fossem usadas para dar o pontapé na campanha imunização no Brasil. Uma cerimônia no Planalto estava sendo preparada para a ocasião.

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Ao longo de semanas, Araújo coordenou esforços para conseguir a liberação da carga a tempo de garantir o cronograma desejado pelo Planalto, mas não houve êxito e, até o momento, não há prazo para que isso ocorra.

A principal crítica contra o chanceler é que ele deveria ter sido claro sobre as dificuldades políticas para que a Índia desse luz verde para a venda, uma vez que Nova Déli não quis possibilitar a venda antes de iniciar a sua própria campanha de vacinação.

O ministro do Itamaraty também virou vidraça de membros do governo que querem por uma menor carga ideológica na condução da política externa brasileira. Eles se queixam que os constantes embates com a China criaram dificuldades de interlocução num momento em que o país depende da boa vontade de Pequim.

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