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POLÍTICA

Bolsonaro exclui palavra ‘gênero’ de projeto que combate violência contra mulher

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Casa da Mulher Brasileira arrow-options
Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

Unidade de Brasília do projeto Casa da Mulher Brasileira.

Em um decreto publicado nesta terça-feira (12), o presidente Jair Bolsonaro excluiu todas as menções à palavra gênero do  texto do projeto Casa da Mulher Brasileira – centros de atendimento para vítimas de violência doméstica. Ele também retirou a obrigatoriedade do governo Federal auxiliar na manutenção das unidades de atendimento.

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O projeto foi criado em 2013, pela ex-presidente Dilma Rousseff. Após o decreto de Bolsonaro, termos como  ” violência de gênero ” e “transversalidade de gênero”, que estavam no texto original, foram alterados por “violência fora dos espaços urbanos” e “transversalidade dos direitos das mulheres” – respectivamente.

A mudança ocorre um dia depois da inauguração da sexta unidade da Casa da Mulher Brasileira , que aconteceu em São Paulo, nesta segunda (11). A unidade começou a ser construída em 2015, mas estava parada desde 2017 por falta de verbas. Agora, lançada com três anos de atraso, a unidade se junta às outras cinco que existem no país, em Brasília (DF), Boa Vista (RR), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), São Luiz (MA) e Campo Grande (MS).

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O decreto de Bolsonaro também retira a obrigatoriedade do governo federal, por meio do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, auxiliar técnica e financeiramente na manutenção das unidades. No primeiro semestre deste ano, a responsável pelo ministério,  Damares Alves, afirmou não ter recursos para investir no projeto.

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POLÍTICA

“Não foi por invalidez”, diz Celso de Mello sobre aposentadoria

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Ministro Celso de Mello durante sessão do STF
Carlos Moura/SCO/STF

Ministro Celso de Mello durante sessão do STF

O ministro Celso de Mello , do Supremo Tribunal Federal (STF), desmentiu nesta sexta-feira (25) que a antecipação de sua aposentadoria em três semanas, passando para o dia 13 de outubro, não foi por invalidez. O boato surgiu depois que o decano da Corte antecipou também o retorno de um  período de licença médica que terminaria neste sábado (26).

“Não, NÃO foi por invalidez!!! Foi uma simples e voluntária aposentadoria, eis que possuo pouco mais de 52 anos de serviço público (Ministério Público paulista + Supremo Tribunal Federal)”, escreveu o ministro em comunicado divulgado pela assessoria de imprensa do STF.

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