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POLÍTICA

Bolsonaro exclui palavra ‘gênero’ de projeto que combate violência contra mulher

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Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

Unidade de Brasília do projeto Casa da Mulher Brasileira.

Em um decreto publicado nesta terça-feira (12), o presidente Jair Bolsonaro excluiu todas as menções à palavra gênero do  texto do projeto Casa da Mulher Brasileira – centros de atendimento para vítimas de violência doméstica. Ele também retirou a obrigatoriedade do governo Federal auxiliar na manutenção das unidades de atendimento.

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O projeto foi criado em 2013, pela ex-presidente Dilma Rousseff. Após o decreto de Bolsonaro, termos como  ” violência de gênero ” e “transversalidade de gênero”, que estavam no texto original, foram alterados por “violência fora dos espaços urbanos” e “transversalidade dos direitos das mulheres” – respectivamente.

A mudança ocorre um dia depois da inauguração da sexta unidade da Casa da Mulher Brasileira , que aconteceu em São Paulo, nesta segunda (11). A unidade começou a ser construída em 2015, mas estava parada desde 2017 por falta de verbas. Agora, lançada com três anos de atraso, a unidade se junta às outras cinco que existem no país, em Brasília (DF), Boa Vista (RR), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), São Luiz (MA) e Campo Grande (MS).

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O decreto de Bolsonaro também retira a obrigatoriedade do governo federal, por meio do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, auxiliar técnica e financeiramente na manutenção das unidades. No primeiro semestre deste ano, a responsável pelo ministério,  Damares Alves, afirmou não ter recursos para investir no projeto.

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POLÍTICA

Bolsonaro nega mudanças em ministérios e elogia trabalho de Weintraub

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Agência Brasil

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José Dias/PR – 19.11.19

Bolsonaro classificou o trabalho do atual ministro da Educação como ‘excelente’


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O presidente Jair Bolsonaro negou que vá trocar de ministérios no início do ano que vem. A jornalistas, ele afirmou que não há nada que o leve a tirar alguém do primeiro escalão. “Não está previsto [mudança em ministérios]. Não tem nada que me leve a trocar um ministro que seja”, disse em Brasília, neste sábado (14) ao passear pela Praça dos Três Poderes, no centro da capital.

Ele também elogiou o ministro da Educação, Abraham Weintraub. Considerou seu trabalho “excelente” e os acusou governos anteriores de conduzirem a educação “por um mau caminho”. “Olha a prova do Pisa. Foi feito em abril do ano passado, uma das piores notas do mundo todo”, disse  Bolsonaro , referindo-se ao Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa).

Divulgado no início de dezembro pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Pisa aponta que, em 2018, o Brasil teve uma leve melhora nas pontuações de leitura, matemática e ciências. No entanto, apenas dois em cada 100 estudantes atingiram os melhores desempenhos em pelo menos uma das disciplinas avaliadas.

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O presidente deixou o Palácio da Alvorada, no início da tarde deste sábado, em direção à festa de confraternização do gabinete do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli. Em seguida, ele foi ao Hospital das Forças Armadas (HFA) visitar um funcionário do Alvorada, que está internado em virtude de um acidente de trânsito.

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Antes de retornar à residência oficial, Bolsonaro fez duas paradas. A primeira na Esplanada dos Ministérios para cumprimentar policiais militares que davam plantão no local. Logo depois seguiu para a Praça dos Três Poderes. Lá, desceu do carro e tirou fotos com várias pessoas que lá estavam, entre turistas e vendedores de picolés. Em seguida, voltou para o Alvorada.

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