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POLÍTICA

Bolsonaro elogia ex-presidente da ditadura militar que defendia AI-5

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Reprodução/Facebook

Sala de Bolsonaro quando ele era deputado federal. Há quadros de ex-presidentes do período ditatorial brasileiro

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) elogiou o ex-presidente da ditadura militar Emílio Garrastazu Médici, nesta sexta-feira (31) durante sua visita em Bagé, no Rio Grande do Sul. 

É daqui o Médici, o homem que pegou o Brasil nos momentos mais difíceis, onde alguns lutavam para tomar o poder a qualquer preço. Não conseguiram, afirmou Bolsonaro ao discursar em uma escola.

Médici, que nasceu em Bagé, foi o autor da frase “Brasil: ame-o ou deixe-o” e era defensor do AI-5 –  um dos mais repressivos decretos da ditadura, que fechou o Congresso e suspendeu o habeas corpus.

O governo de Médici foi um dos mais repressivos durante a ditadura.

Leia mais:  "Deputada que prefere engraxar as botas dos militares", diz Doria sobre Zambelli

Elogios de Bolsonaro aos ditadores do regime militar são comuns. Na época em que foi deputado federal, havia em gabinete na Câmara retratos dos presidentes da ditadura.  

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POLÍTICA

Moraes autoriza defesa de Aécio Neves a ver delações de inquérito contra ele

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Divulgação/PSDB na Câmara

Deputado federal Aécio Neves (MG) tem pedido acatado por ministro Alexandre de Moraes

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, autorizou que a defesa do deputado Aécio Neves tenha acesso a delações no  inquérito que investiga supostas ilegalidades nas obras da Cidade Administrativa em Minas Gerais.

O local foi construído com o objetivo de abrigar a sede do governo do estado. A obra foi concluída em 2010, quando Aécio ainda era governador de Minas. O inquérito apura se houve superfaturamento e corrupção nas obras.

O ministro Alexandre de Moraes acatou o pedido da defesa de Aécio sob a seguinte alegação: “Julgo parcialmente procedente a reclamação para garantir ao advogado portador de procuração nos autos o acesso às declarações prestadas pelos colaboradores que incriminam o reclamante, já documentadas, bem como aos documentos todos e que não se refiram a diligências em andamento, que possam ser prejudicadas”, escreveu o ministro do STF.

Leia mais:  Perguntado sobre queda de ministros, Bolsonaro fala sobre corrupção do PT

Apesar da liberação às delações, Moraes não analisou o pedido que pede a suspenção do inquérito, que a defesa também havia pedido. 

Entenda

O ex-governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), é acusado, junto com outras onze pessoas, de corrupção passiva e ativa, lavagem de dinheiro, cartel e fraude na licitação da construção da Cidade Administrativa em Minas Gerais, que é sede do governo estadual. 

Segundo as investigações, o processo de licitação das obras teria sido dirigido para que um grupo de empreiteiras vencesse a disputa. Existe a suspeita também que tenham sido contratados serviços inexistentes para justificar um desvio orçamentário na execução das obras.

Os agentes da PF que investigam o caso apontaram um prejuízo aos cofres públicos que totalizaram quase R$ 747 milhões. Os onze indiciados ao lado de Aécio são representantes das empreiteiras envolvidas no escândalo.

O atual deputado nega todas as acusações.

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