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Bolsonaro e PSL não entram em acordo e presidente segue sem partido

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Bolsonaro e PSL não entram em acordo e presidente segue sem partido
Reprodução: iG Minas Gerais

Bolsonaro e PSL não entram em acordo e presidente segue sem partido

No início de 2021, o presidente da República  Jair Bolsonaro (sem partido) havia estabelecido como meta uma definição sobre seu partido até o mês de março . O prazo se encerrou e seu futuro partidário ainda não foi definido.

Jair abriu negociações com cinco partidos para ‘chamar de seu’. O Partido Social Liberal ( PSL ) estava entre eles e um retorno à sigla não estava descartada. As conversas, porém, não avançaram .

Exigências do Messias

Após brigas internas com comandantes do PSL, Bolsonaro saiu do partido em 2019 e os ataques não pararam por ai. Para retornar, presidente exige o controle sobre as finanças e diretórios para sua família , além da expulsão de alguns membros, como a deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP).

Luciano Bivar (PSL-PE), presidente do partido, não demonstra disposição a entregar a sigla nas mãos dos ‘Bolsonaros’. O Delegado Waldir Soares (PSL-GO), deputado federal e presidente do partido em seu estado , declarou em entrevista ao portal O Popular que “Bolsonaro precisa dizer por escrito que quer voltar ao PSL”.

Leia mais:  Hasselmann vai ser denunciada à PGR por possível criação de CPFs

Medida necessária

A filiação partidária é ponto fundamental para que Bolsonaro consiga disputar a reeleição em 2022. A Justiça Eleitoral estabelece que os candidatos precisam aptos em um prazo máximo de até seis meses antes do pleito.


O Aliança pelo Brasil , projeto de partido dos bolsonaristas, ainda não obteve registro por conta das assinaturas válidas para a criação da sigla na Justiça Eleitoral . Até 1º de abril, somente 90 mil apoiamentos foram levantados. São necessários 492 mil . Com isso, dificilmente a sigla disputará as eleições do ano que vem.

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“Vou tomar por último, tem muita gente apavorada”, diz Bolsonaro sobre vacina

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Presidente Jair Bolsonaro
Foto: Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro

Na sexta-feira (16), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que não pretende tomar a vacina da Covid-19 agora. Em conversa com apoiadores que o esperavam em frente ao Palácio da Alvorada, o presidente justificou que a decisão é pelo fato de ter “muita gente apavorada” esperando pela vacina.

“O que acontece, tem muita gente apavorada aí aguardando a vacina, então deixa as pessoas tomarem na minha frente. Vou tomar por último. Eu acho que essa é uma atitude louvável. Porque tem gente que não sai de casa, está apavorado dentro de casa”, disse Bolsonaro. O presidente chegou a se queixar que a imprensa teria criticado a sua decisão de se vacinar por último. “Em vez da imprensa me elogiar, me critica”, afirmou.

Bolsonaro está apto a receber a vacina no Distrito Federal desde o dia 3 de abril. Antes, ele explicava que não ia se vacinar porque já teria contraído o vírus em julho do ano passado.

De acordo com dados do consórcio de veículos de imprensa da quinta-feira (15), 25.460.098 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19. O número representa 12,02% da população brasileira. A segunda dose já foi aplicada em 8.558.567 pessoas (4,04% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal.

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