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Bolsonaro é o presidente “mais mulher que já vi”, diz ministra Damares Alves

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Ministra Damares Alves ao lado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido)
Alan Santos/PR

Ministra Damares Alves ao lado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido)

Durante coletiva de imprensa nesta segunda-feira (8), a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves , não poupou elogios a J air Bolsonaro (sem partido) , a quem considerou como “presidente mais mulher” que ela já viu.

Membros do Ministério da Justiça da Segurança Pública e a ministra, a única mulher no evento, deram detalhes sobre a operação Resguardo, que cumpriu mandados de prisão contra pessoas acusadas de violência doméstica.

Ao comentar sobre a atuação policial, Damares chamou atenção por elogiar o “incrível” presidente Bolsonaro :

“Eu quero registrar também agradecimento ao mais incrível presidente da República que o país já teve, o presidente mais mulher que já vi e quando ele deu ordem a todos nós que o tema tinha que ser transversal, é exatamente isso que estamos mostrando isso aqui hoje. É um governo que tem tido um olhar diferente para a proteção da mulher”, declarou.

Segundo informações do ministério, 50 mil medidas preventivas foram expedidas e 8 mil pessoas foram presas neste 8 de março, que marca o Dia Internacional da Mulher.

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Rosa Weber veta trechos de decreto de armas que entraria em vigor nesta terça

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Ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF)
Fellipe Sampaio/SCO/STF

Ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF)

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu por decisão monocrática nesta segunda-feira (12) trechos de quatro decretos de armas do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). As normas passariam a valer a partir desta terça-feira (13). Os decretos permitiam a flexibilização do porte, posse e compra de munição.

Entre as suspensões está a do trecho que aumentava de dois para seis o limite de armas de fogo que o cidadão comum pode adquirir. Isso seria permitido caso fossem preenchidos os requisitos necessários para obtenção do Certificado de Registro de Arma de Fogo.

No mesmo decreto, Bolsonaro também permitia que policiais, agentes prisionais, membros do Ministério Público e de tribunais comprassem duas armas de fogo de uso restrito, além das seis de uso permitido. Essa parte também foi suspensa por Rosa Weber.

Ainda foi vetado o trecho de outro decreto que ampliava, em grande escala, os limites para compras de armas e munição para caçadores, atiradores e colecionadores – conhecidos como CACs.

Leia mais:  STF: Congresso tem 5 dias explicar lei que permite missionários em área indígena

Os decretos de Bolsonaro foram anunciados pelo governo no fim da noite de 12 de fevereiro, às vésperas do Carnaval. As mudanças não passaram pela análise do Congresso. Os textos fazem uma nova regulamentação do Estatuto do Desarmamento, aprovado em 2003.

Em sua decisão, Rosa Weber determinou que o tema seja enviado ao plenário do STF, que pode confirmar ou rejeitar o que a ministra decidiu de forma individual. A data de julgamento será definida pelo presidente da Corte, ministro Luiz Fux.

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