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POLÍTICA

Bolsonaro diz que Onyx Lorenzoni vai mudar para a Secretaria da Presidência

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Ministro Onyx Lorenzoni ao lado do presidente Jair Bolsonaro
Reprodução: iG Minas Gerais

Ministro Onyx Lorenzoni ao lado do presidente Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) declarou nesta segunda-feira (8) que o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, deixará o cargo para assumir a Secretaria-Geral da Presidência.

Lorenzoni atuou como articulador na eleição da Câmara , onde o candidato favorito do Palácio do Planalto, Arthur Lira (DEM), se elegeu à presidência da Casa. Prestigiado, irá assumir a secretaria.

Apesar de Bolsonaro negar que haja reforma ministerial, deputados do ‘centrão’ pressionam por cargos no governo. Segundo a Folha de S.Paulo, a tendência é de que um deputado federal do Republicanos, partido que faz parte desse bloco, assuma a pasta da Cidadania .

“Hoje o meu relacionamento com estes parlamentares do centro está harmônico, sem problema nenhum. Não dei nenhum ministério para eles. Estão dizendo agora que eu vou dar um banco para o Centrão. Não existe isso. Eu tenho um ministério vago, aqui da Secretaria-Geral, que a previsão é trazer o Onyx Lorenzoni para cá e botar uma outra pessoa no Ministério da Cidadania. Isso que está previsto no momento”, declarou o presidente em entrevista à TV Bandeirantes.

Ministro desde o início do governo Bolsonaro, Onyx Lorenzon i firmou acordo com a Procuradoria-Geral da República ( PGR ) em 2020 quando admitiu ter cometido o crime de caixa 2 nas eleições de 2012 e 2014. Com a confissão, ele pagou multa de R$189 mil e seu processo foi arquivado.

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POLÍTICA

Com retomada de sessões semipresenciais, casos de Covid-19 crescem 80% na Câmara

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Câmara passou a maior parte do ano de 2020 fazendo sessões remotas
Najara Araújo/Câmara dos Deputados

Câmara passou a maior parte do ano de 2020 fazendo sessões remotas

A retomada de sessões “semipresenciais” no Congresso em fevereiro fez os casos de Covid-19 entre servidores, deputados e terceirizados aumentar 80% na Câmara em relação a janeiro. Foram 72 casos em dezembro, 58 em janeiro e 105 em fevereiro.

Procurado, o Senado respondeu que “não tem como praxe a divulgação de balanço de casos de Covid-19 entre os seus servidores, colaboradores e parlamentares”. Registrou apenas que quatro colaboradores do Senado foram diagnosticados com Covid-19 no período do “esforço concentrado” no início de fevereiro, durante a eleição da Mesa Diretora, enquanto exerciam trabalho presencial.

Dezenas de prefeitos visitaram a Câmara e o Senado nas últimas semanas em busca de espaço no Orçamento de 2021, prestes a ser aprovado. Os visitantes lotaram elevadores, corredores fechados e gabinetes de deputados e senadores. As Casas não informaram quantos visitantes receberam.

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Com o agravamento da pandemia e as restrições de circulação impostas pelo Distrito Federal, os presidentes da Câmara e do Senado, Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (DEM-MG), anunciaram que as sessões voltarão a ser completamente remotas. A votação da PEC Emergencial no Senado, nesta quinta-feira, foi a última sessão semipresencial.

A Câmara informou ainda que não é possível saber se as contaminações ocorreram naa Casa.

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Em nota, o Senado disse que “mantém ações frequentes de limpeza dos espaços comuns, áreas de trabalho e gabinetes administrativos, conforme os protocolos indicados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com incremento da rotina de limpeza em todos os setores, principalmente nas superfícies das dependências.”

No início dessa semana, três senadores anunciaram, em um intervalo de menos de um dia, estarem infectados com Covid-19: Lasier Martins (Podemos-RS), Major Olímpio (PSL-SP) e Alessandro Vieira (Cidadania-SE). Eles participaram de uma reunião presencial juntos uma semana antes, além de terem circulado pelo plenário e outras áreas da Casa.

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Desde o início da pandemia, dois senadores morreram em decorrência de infecções por coronavírus: José Maranhão (MDB-PB) e Arolde de Oliveira (PSD-RJ). Na Câmara, não houve nenhum caso de letalidade.

A Câmara dos Deputados informou que adota diversos protocolos para prevenir a disseminação de coronavírus em suas dependências. “Uma das providências consiste na disponibilização de informações e orientações importantes a respeito dos procedimentos adequados para a convivência nos ambientes da Câmara.”

“O uso de máscaras faciais é obrigatório dentro das dependências da Câmara. A distância pessoal deve ser mantida em aproximadamente 1,5 metro. Corredores e escadas ganharam adesivos com sinalizações de ida e vinda, e os elevadores, de localização. Há também orientações sobre o uso correto, a lavagem e o descarte das máscaras faciais, conforme determinado pela Anvisa, assim como de higienização das mãos.”

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