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Bolsonaro diz lamentar fala de Eduardo sobre o AI-5

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Jair Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro arrow-options
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Presidente disse ainda que filho é “independente” e que não irá cobrá-lo.

Nesta quinta-feira (31), o presidente Jair Bolsonaro comentou a fala de seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL), sobre a possibilidade de um novo AI-5 caso a “a esquerda se radicalize” . Lamentando a declaração, o presidente disse que “Quem quer que fale de AI-5 está sonhando”.

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A possibilidade da instauração de um novo AI-5, medida considerada como a mais opressora do regime militar, foi levantada por Eduardo Bolsonaro durante uma entrevista. O comentário do deputado gerou reações contrárias de diversos partidos, políticos e entidades de vários espectros políticos.

Ao deixar o Palácio da Alvorada, Bolsonaro lamentou a frase e pediu para que a imprensa não dê notícias “nesse sentido”. O AI-5 já existiu no passado, em outra Constituição, não existe mais. Esquece. Vai acabar a entrevista aqui. Cobrem deles. Quem quer que seja que fale em AI-5, está sonhando. Está sonhando! Não quero nem que dê notícia nesse sentido aí”, afirmou o presidente .

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Quando perguntado se iria cobrar o filho pela declaração, o presidente afirmou que o repórter que fez a pergunta devia fazer a cobrança. “Cobre você dele. Ele é independente. Tem 35 anos, se não me engano […] Se ele falou isso, que eu não estou sabendo, lamento. Lamento muito”, completou Bolsonaro .

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Queiroga deve ser o primeiro ouvido pela CPI da Covid, diz senador

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Senador Humberto Costa (PT-PE)
Agência Brasil

Senador Humberto Costa (PT-PE)

Humberto Costa (PT-PE), um dos senadores indicados para compor a CPI da Covid, disse em entrevista à CNN Brasil que o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, deve ser o primeiro convidado a prestar esclarecimentos sobre as ações do governo federal durante a pandemia. 

Segundo o senador da oposição, a escolha pelo atual titular da Saúde se dá pelo motivo de que a CPI, em um primeiro momento, deve buscar respostas sobre as medidas de combate à Covid-19 que devem ser adotadas imediatamente.

“Acho que o primeiro convidado deve ser o próprio ministro da Saúde, para que ele possa nos dizer o que o governo pretende fazer daqui para frente para o controle da pandemia, como eles estão enfrentando e procurando resolver os problemas emergenciais, como a escassez de vacinas, como a crise de abastecimento de medicamentos para procedimentos complexos como as entubações. A CPI tem que exercer o papel de investigar, mas também exercer o papel para que o governo cumpra a sua missão, e nós vamos cobrar”, afirmou o senador, que foi ministro da Saúde por pouco mais de dois anos durante o primeiro mandato do governo Lula.

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O senador disse que a CPI deve começar o “mais urgente possível” e que a agilidade para o início dos trabalhos deveria ser um interesse também do governo federal, já que a investigação pode se alongar até próximo das eleições de 2022.

“Defendo que a CPI comece de imediato, temos que apresentar a proposta de um funcionamento misto, ouvir pessoas, fazer reuniões onde tenhamos um debate mais conceitual, ouvindo cientistas e professores, pode ser feito de forma remota. As audiências onde vamos escutar testemunhas e debater quebra de sigilos ou acesso a documentos sigilosos, essa podemos fazer de modo presencial ou semi presencial, um pouco mais para frente, dentro de 1 mês e meio, quando melhorar a situação da pandemia”, afirmou Costa. 

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