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POLÍTICA

Bolsonaro diz lamentar a morte de inocentes em Paraisópolis

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Marcos Corrêa/PR

Bolsonaro diz lamentar a morte de inocentes em Paraisópolis


Em uma rápida entrevista em Brasília nesta segunda-feira (2), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que tomou conhecimento da morte de nove pessoas após ação policial em um baile funk em Paraisópolis, em São Paulo e disse lamentar que inocentes tenham perdido a vida.

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Bolsonaro não quis entrar em muitos detalhes, mas disse que nunca fica feliz nesses momentos. “Eu lamento a morte de inocentes”.

Nove pessoas morreram pisoteadas na madrugada de domingo (01) durante um baile funk em Paraisópolis , em São Paulo. Oficiais da Rocam (Ronda Ostensiva Com Apoio de Motocicletas) perseguiam dois suspeitos que atiraram contra eles na Marginal Pinheiros, iniciando uma perseguição.

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Os suspeitos teriam entrado em Paraisópolis e seguido em direção ao baile funk, com a presença de cerca de 5 mil pessoas. A polícia usou munições químicas para dispersar o público, e na confusão as pessoas foram pisoteadas. Ao todo 10 pessoas foram para o hospital do Campo Limpo em estado grave, mas somente uma sobreviveu. Outras sete ficaram feridas. 

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POLÍTICA

Tribunal Superior Eleitoral aprova criação do 33º partido do país

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Agência Brasil

Sigla teve assinaturas coletadas em 15 estados

O Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ) aprovou, nesta terça-feira, o 33º partido político do Brasil. Chamado de Unidade Popular , a nova sigla defende, em seu programa, a nacionalização do sistema bancário, da terra, das gravadoras de música e das produtoras de filme; o fim do pagamento da dívida externa; a reestatização das empresas estatais privatizadas; a “socialização de todos os grandes canais de televisão, jornais e rádios”; o fim do vestibular; e eleições para escolha de juízes.

Também prega o “controle social de todos os monopólios e consórcios capitalistas e dos meios de produção nos setores estratégicos da economia” e a “planificação da economia para atender às necessidades da população e acabar com as desigualdades regionais e sociais”.

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Segundo o TSE, a legenda reuniu 497.230 assinaturas de apoio em 15 estados. Foi o suficiente para cumprir as regras de criação de partido. É necessário ter o apoio, coletado em no máximo dois anos, de 0,5% dos votos válidos dados na última eleição para a Câmara dos Deputados. Também é preciso ter o apoio de 0,1% dos eleitores de pelo menos nove estados.

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